Novo time de Ronaldo e Roberto Carlos demite funcionário após falha que impediu acesso antecipado

Preparador de goleiros foi desligado após empate com o Brusque, que impediu a comemoração antecipada

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Torcida da Inter de Limeira (Foto: Rogério Rueda, Inter de Limeira)

Torcida da Inter de Limeira (Foto: Rogério Rueda, Inter de Limeira)

Clube que teve 80% da SAF comprada por um grupo de investidores que reúne Ronaldo e Roberto Carlos, a Inter de Limeira decidiu demitir o preparador de goleiros Roberto Padilha após uma falha do goleiro Renan Bragança no último sábado (3), no gol do Brusque que impediu a comemoração antecipada do acesso à Série B.

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Segundo informações do ge, o lance decisivo e o histórico de oscilação do setor ao longo da Série C motivaram a demissão do profissional. A diretoria da equipe paulista agiu rápido antes do confronto direto do próximo sábado (10) em Araraquara e acertou o retorno de Vagner Mora para assumir a preparação dos arqueiros no momento mais importante da temporada.

O lance ocorreu no segundo tempo, quando a Inter vencia por 2 a 1. Em uma bola que veio pelo alto, o goleiro Renan Bragança falhou no encaixe e soltou nos pés de Marlyson, do Brusque, que empatou a partida e frustrou o acesso antecipado da equipe paulista. Se vencesse, o time teria subido para a Série B.

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A equipe do Leão da Paulista foca agora no duelo fora de casa contra a Ferroviária, que pode garantir o acesso.

SAF quer chegar à Série A

No fim de agosto, o conselho deliberativo aprovou a venda de 80% das ações da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) para um grupo de investidores integrado por Ronaldo e Roberto Carlos. Oficialmente, ainda falta uma última etapa burocrática para que o grupo de investidores passe a ser responsável pela gestão.

O projeto de estruturação da SAF é liderado pelo executivo Enrico Ambrogini e traz entre seus investidores os ex-jogadores da Seleção Brasileira Ronaldo e Roberto Carlos. O grupo conta ainda com a participação de mais um sócio e do príncipe saudita Abdullah bin Saad bin Abdulaziz Al Saud. O plano prevê um aporte financeiro projetado em até R$ 454 milhões ao longo dos próximos dez anos de gestão.