O tamanho do jejum de cada seleção campeã da Copa do Mundo

Confira há quantos anos as grandes potências do futebol não conquistam a Copa do Mundo

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Jejum copa do mundo

Jogadores da Inglaterra durante as penalidades contra a Colômbia pelas quartas de final da Copa do Mundo de 2018 (Foto: Voltmetro, Wikimedia Commons, banco de imagens)

Com a proximidade da Copa do Mundo de 2026, as principais seleções do planeta entram em campo pressionadas pelo tempo longe da taça mais cobiçada.

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Enquanto algumas equipes nacionais convivem com secas que já duram mais de meio século, outras tentam manter a soberania conquistada nas edições mais recentes.

O peso da cobrança varia bastante entre as oito federações que já conquistaram o mundo, por ser o jejum um fantasma que assombra até os elencos mais qualificados.

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Abaixo, listamos o tempo de espera de cada um dos países campeões mundiais em ordem crescente, terminando na maior seca do futebol internacional.

Argentina — 4 anos de jejum

A seleção sul-americana quebrou uma longa espera na edição do Catar ao coroar a carreira de Lionel Messi com a terceira estrela do país.

A equipe garantiu o título após uma final emocionante contra a França que terminou empatada por 3 a 3 no tempo regulamentar.

A vitória argentina veio na disputa de penalidades máximas, por ser aquela partida considerada por muitos analistas como a maior decisão de todos os tempos.

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França — 8 anos de jejum

A seleção francesa demonstrou uma enorme superioridade física e tática para conquistar a sua segunda estrela do Mundial na edição de 2018, na Rússia.

O elenco repleto de estrelas garantiu o troféu após superar a surpreendente seleção da Croácia, de Luka Modric pelo placar de 4 a 2 na final.

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O torneio marcou a explosão do jovem atacante Kylian Mbappé no cenário internacional, por ser ele a grande referência da equipe que dominou o ciclo europeu.

Alemanha — 12 anos de jejum

A última grande alegria dos torcedores alemães aconteceu nos gramados brasileiros durante a marcante campanha desenvolvida no ano de 2014.

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A equipe europeia sobrou fisicamente na competição e carimbou a sua vaga para a decisão após aplicar a histórica goleada de 7 a 1 sobre os donos da casa.

O tetracampeonato foi decidido na prorrogação com um gol do atacante Mario Götze contra a Argentina, por ser aquele o ápice da geração germânica.

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Espanha — 16 anos de jejum

A seleção espanhola encantou o mundo ao apresentar um estilo de jogo baseado na posse de bola extrema e na troca constante de passes curtos.

A consagração desse modelo tático aconteceu na edição de 2010, disputada pela primeira vez no continente africano, na África do Sul.

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A Fúria ergueu a sua primeira taça ao vencer a Holanda por 1 a 0 com gol de Andrés Iniesta na prorrogação, por ser aquele o período mais vencedor do país.

Itália — 20 anos de jejum

A esquadra italiana alcançou o tetracampeonato mundial na edição de 2006, montando uma das defesas mais sólidas e eficientes da história moderna.

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A campanha na Alemanha terminou com uma final cercada de tensão contra a França, marcada pela expulsão do craque Zinedine Zidane.

A Itália garantiu o troféu na disputa por pênaltis, por ser aquela a última grande exibição da tradicional geração comandada pelo zagueiro Fabio Cannavaro.

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Brasil — 24 anos de jejum

A Seleção Brasileira vive o mesmo tamanho de seca que antecedeu a conquista do tetracampeonato mundial na década de 1990.

O último título canarinho aconteceu em 2002 na Coreia do Sul e no Japão, sob a liderança técnica da dupla formada por Ronaldo e Rivaldo.

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O time comandado por Luiz Felipe Scolari venceu a Alemanha por 2 a 0 na grande decisão; aquela foi a última campanha de aproveitamento 100% no torneio.

Inglaterra — 60 anos de jejum

A seleção inglesa vive a maior seca entre todas as equipes que já conseguiram levantar o troféu do Mundial na história do futebol.

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A única conquista do país aconteceu no ano de 1966, quando os inventores do esporte jogaram dentro de seus próprios domínios.

A final terminou com uma vitória polêmica por 4 a 2 contra a Alemanha Ocidental, por ser aquele o jogo marcado pelo gol fantasma na prorrogação inglesa.

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Uruguai — 76 anos sem Copa do Mundo

A situação do Uruguai conta com uma divisão estatística importante na história da Fifa por conta das conquistas anteriores ao modelo moderno.

A Celeste conquistou o Mundial de 1950 no histórico Maracanazo contra o Brasil, alcançando depois o título do Mundialito de 1980 na virada do ano seguinte.

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Se contabilizarmos apenas o principal torneio de seleções, a seca uruguaia atinge a marca de 76 anos sem dar a volta olímpica no planeta.