País ameaça abandonar a Copa do Mundo de 2030 e faz exigência à Fifa

Espanha, Portugal e Marrocos dividem a organização, mas a escolha do estádio da decisão virou motivo de tensão

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Taça da Copa do Mundo (Foto: Stew Milne, FIFA via Getty Images)

A organização da Copa do Mundo de 2030 entrou no centro de uma forte tensão política. Favorito nas pesquisas para as eleições legislativas na Espanha, Alberto Núñez Feijóo, candidato à presidência, afirmou que o país deve abandonar a sede conjunta com Portugal e Marrocos caso a grande final do torneio não seja realizada em território espanhol.

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Fotos mostram como está a obra do estádio que quer receber a final da Copa do Mundo

Em entrevista ao programa El Chiringuito, o líder de direita foi categórico ao declarar que retiraria a candidatura nacional se o jogo decisivo for concedido aos marroquinos.

“Recuperar o orgulho do nosso país passa também por não se deixar pisotear por ninguém… A primeira potência internacional no futebol não é humilhada”, escreveu Feijóo nesta sexta-feira (6) no X, onde publicou o link da entrevista.

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A declaração endurece a disputa entre os países coorganizadores pela partida mais importante da competição. Enquanto Madri defende o reformado Santiago Bernabéu como o palco indiscutível para a decisão, Rabat aposta na construção de um megaestádio para 115 mil torcedores em Benslimane.