Paris 2024 reserva um forte start list para o triatlo olímpico

Brasileiros têm chances reais de medalhas nas disputas das Olimpíadas de Paris

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Hidalgo é um dos representantes do Brasil no triatlo em Paris 2024 (Foto: Gáspar Nobrega, COB)

Hidalgo é um dos representantes do Brasil no triatlo em Paris 2024 (Foto: Gáspar Nobrega, COB)

A sexta participação do tratlo em Jogos Olímpicos terá 56 triatletas de 42 nacionalidades e todos em busca de uma medalha em Paris 2024. O Brasil tem quatro representantes, Manoel Messias, Miguel Hidalgo, Vittoria Lopes e Djenyfer Arnold. Além disso, estaremos com um time no revezamento misto pela primeira vez.

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Futebol Paris 2024: Conheça as equipes favoritas na briga por medalha

A prova masculina é a primeira a acontecer em solo francês, que será na próxima terça-feira (30), às 3h (horário de Brasília). Serão 56 competidores, três deles medalhistas nas Olimpíadas de Tóquio, o noroeguês Kristian Blumenfeld (ouro), o inglês Alex Yee (prata) e o neozelandês Hayden Wilden (bronze). 

— Eu vejo Inglaterra, com Alex Yee, Nova Zelândia, com Hayden Wilde, como os favoritos no masculino. Acho que esses dois estão um degrau acima. E aí briga Noruega com Kristian Blumenfeld, Portugal, com Vasco Vilaça, e Estados Unidos também sempre vêm muito forte — falou o técnico de triatlo Marcelo Ortiz.

Os brasileiros Miguel Hidalgo e Manoel Messias fecharam o ranking de classificação entre os 15 melhores, sendo Hidalgo o 9º colocado e Messias o 14º. Posições e, principalmente, performance que dão credibilidade por boas disputas em Paris. Miguel, atleta do técnico Marcelo Ortiz, assim como Manoel Messias, chegam com a moral do ouro conquistado nos Jogos Pan-Americanos de Santiago 2023.

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— Nós estamos na disputa (de medalhas) também, com Miguel Hidalgo e pode também acabar ocorrendo de juntar tudo com Manoel Messias, conseguindo uma chance real de medalha. Se os pelotões (de ciclismo) forem se juntando e virar uma prova de corrida, e o Messias tiver nesse meio, temos chances gigantes de conseguir um resultado histórico. Messias é um exímio corredor, um dos cinco melhores do mundo e, se tiver num grande dia, pode conseguir o resultado incrível — afirmou Ortiz.

No feminino, a disputa também promete ser acirrada. A prova será na madrugada de quarta-feira (31), às 3h, exatas 24 horas depois da masculina. Na lista também estão 56 triatletas que buscam fazer história em Paris.

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Uma delas é a atual campeã Olímpica Flora Duffy, que também é dona de quatro Mundiais, e a dona da prata em Tóquio Taylor-Brown (GRA). Junto delas, Beth Potter (GRA), atual campeã mundial, chega com a moral de buscar o ouro olímpico. 

— Aposto na briga entre a Inglaterra, com a Beth Potter, a França, com a Cassandre Beaugrand, e tem a Emma Lombardi, outra francesa muito forte. Os Estados Unidos entra com chances reais de brigar porque têm um time muito forte. É até difícil afirmar quem das três americanas, mas eu acho que a Taylor Knibb tem uma vantagem um pouquinho maior que as demais — avaliou Marcelo Ortiz.

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Em Paris, a catarinense Djenyfer Arnold faz a sua estreia, enquanto Vittoria Lopes participa pela segunda vez de Olimpíadas. Vittoria esteve em Tóquio e fechou a prova na 28ª posição. As duas chegam com credenciais de disputar com as favoritas. As brasileiras fizeram boas provas no circuito Mundial, conquistando o ouro no revezamento misto dos Jogos Pan-americanos Santiago 2023.

A catarinense teve resultados expressivos nas duas últimas etapas do Mundial, sendo a 8ª em Yokohama, no Japão, correndo junto com a atual campeã Olímpica, Flora Duffy, e venceu a alemã Laura Lindermann, campeã mundial de Super Sprint. 

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— Ela está brigando entre as 10 do mundo, que é fantástico, né? A gente ter uma atleta do Brasil brigando para estar entre as 10 melhores — finaliza o técnico de Djenyfer.

A distância do triatlo olímpico consta com 1,5 quilômetro de natação, 40 quilômetros de ciclismo e 10 quilômetros de corrida. Uma prova que pode acontecer de tudo, ainda mais valendo medalhas tão cobiçadas.

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