O Flamengo ligou o sinal de alerta em suas finanças e prevê encerrar o ano de 2026 no vermelho. Nas últimas semanas, o clube aprovou um ajuste nas projeções orçamentárias que transforma o superávit inicialmente estimado de R$ 180 milhões em um déficit de R$ 40 milhões.
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No balancete rubro-negro do terceiro trimestre de 2026, divulgado pelo clube na última sexta-feira, é possível visualizar o volume de compromissos pendentes no mercado da bola. O documento detalha que o clube ainda possui cerca de R$ 634 milhões a pagar, de forma parcelada, entre aquisições de atletas e custos com renovações contratuais.
A maior parte desse valor, R$ 500,3 milhões, está concentrada em dez negociações de peso, encabeçadas pelas aquisições de Paquetá (R$ 199 milhões) e Samuel Lino (R$ 85,9 milhões), além de nomes como Freitas, Emerson Royal, Pulgar e Valencia. As informações são do ge.
Em contrapartida, os valores a receber por transferências recentes oferecem apenas um alívio parcial para o caixa do clube. As parcelas relativas às vendas dos jovens Wesley, Ryan Roberto, Wallace Yan e Matheus Gonçalves, somadas ao repasse do meia argentino Alcaraz, renderão cerca de R$ 158,6 milhões nos próximos meses, quantia equivalente a apenas um quarto do total das dívidas com reforços.






