Saiba quando Júlia Azevedo deve retornar à Superliga Feminina após levar um tiro

Atleta se mantém presente e recebeu uma homenagem do clube

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Júlia Azevedo em atuação pelo Tijuca e bala que acertou carro

Jogadora do Tijuca é baleada em tentativa de assalto na Tijuca (Foto: Reprodução, redes sociais)

Após ser baleada, em uma tentativa de assalto, a oposta Júlia Azevedo, que disputa a Superliga Feminina 2025/26 pelo Tijuca, ficará sem jogar por um tempo. No momento, a atleta evita movimentos bruscos, já que sente dores na região do quadril devido ao tiro.

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Veja imagens da oposta e do incidente

Entenda como Júlia foi baleada

Retorno de Júlia Azevedo aos jogos

Segundo a equipe médica, Júlia deve ficar um mês fora das quadras e a expectativa da jogadora é de que dê tempo de atuar no último duelo deste ano pela Superliga. O jogo em questão está marcado para o dia 22 de dezembro, contra o Praia Clube, no Ginásio do Tijuca Tênis Clube.

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— Mesmo que não tenha sido uma lesão causada pelo esporte, impactou, porque vou ficar de jogos importantes do clube. É um momento chato, difícil. Não vou conseguir ir nos treinos iniciais, mas vou tentar dar forças para as meninas para ajudar — afirmou a oposta ao ge.

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Curvar-se, levantar, girar o corpo, tudo exige cautela. Apesar disso, ela consegue andar com autonômia e afirma estar grata por ter sobrevivido e não ter ficado com sequelas graves. Segundo Júlia, por um mílimetro a bala não atingiu a medula, o que a deixaria paraplégica.

Ainda sem poder participar dos jogos e treinos, a oposta se mantém presente com a equipe. Júlia assistiu à última partida do Tijuca, nesta quarta (26), contra o Sorocaba e recebeu uma homenagem seguida por aplausos, do clube.

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Sobre a tentativa de assalto

Segundo informações do ge, a jogadora estava no carro com o pai, que estava dirigindo a caminho de casa, quando foram abordados por três assaltantes armados na rua. No susto, ele arrancou com o carro e três tiros foram disparados.

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Um dos disparos acertou as costas de Júlia, outro passou perto da cabeça de Marcos e o último parou na lataria do carro. Júlia foi conduzida ao Hospital Municipal Souza Aguiar, mas já está de recuperação em casa e passa bem.

— O projétil entrou pelas minhas costas, mas, graças a Deus, não atingiu minha medula, passou a 1mm da minha coluna e não perfurou nenhum órgão, passando a menos de 1 centímetro da minha bexiga, mas saiu sem causar danos maiores. Por muito pouco, minha história poderia ter sido outra — escreveu a jogadora em suas redes sociais.

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*Eliza Bez Batti é estagiária sob a supervisão de Marcos Jordão