Vasco tem dia crucial pode definir Marcos Lamacchia como dono da SAF

Além da transferências da ações, sócios votarão mudança no estatuto para atender a proposta do empresário

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Estádio de São Januário é a casa do Vasco (Foto: Matheus Lima, Vasco, Divulgação)

O Vasco tem um dia crucial que pode definir Marcos Lamacchia como dono da SAF do clube nesta sexta-feira (23). Os sócios do clube votarão ao longo do dia para a transferência ou não das ações para a empresa Almirante Participações durante a Assembleia Geral Extraordinária.

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Fotos antigas mostram como foi a construção do estádio de São Januário, casa do Vasco

A votação será em formato híbrido e acontecerá entre 10h e 20h desta sexta-feira. Segundo informações do ge, os sócios que avisaram que não votarão presencialmente na sede náutica, no bairro da Lagoa, receberam um cadastro com o nome de usuário e senha para acessar a plataforma de forma online.

Além da passagem das ações para a empresa de Marcos Lamacchia, os sócios também votarão pela aprovação da alteração do Estatuto Social para reduzir a participação mínima do clube associação na SAF de 20% para 10%, conforme prevê em contrato a venda de 90% das ações para a Almirante Participações. No total, serão 7.195 sócios aptos para a votação, sendo necessário 50% mais um dos votos totais para a aprovação.

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Próximos passos em caso de aprovação da venda da SAF do Vasco para Marcos Lamacchia

Em caso de aprovação na venda da SAF do Vasco para a Almirantes Participações, que pertence a Marcos Lamacchia, a última etapa será receber as garantias da Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol) Anresf, que investiga um possível conflito de interesses com o Palmeiras pelo fato do empresário ser enteado de Leila Pereira, presidente do Palmeiras. As partes envolvidas demonstraram flexibilidade de atender qualquer demanda do órgão fiscalizador.

Ainda de acordo com o ge, a agência ainda não deu o parecer sobre o caso com uma análise oficial, mas proibiu o clube de manter relações comerciais com a equipe paulista e com a Crefipar, que pertence ao conglomerado financeiro de Leila Pereira.