O que é o bombeamento solar inteligente que utiliza peça da WEG cobiçada na Europa

Projeto é uma parceria entre empresa espanhola e a WEG

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Projeto de energia solar para sistemas de irrigação agrícola (Foto: WEG, Divulgação)

A WEG, empresa de Jaraguá do Sul, forneceu para uma companhia espanhola uma peça que compõe um projeto muito maior: o de bombeamento solar inteligente. A catarinense enviou inversores de frequência avançados para um projeto desenvolvido pela Riegosolar, na Espanha, uma empresa de engenharia sediada em Valladolid, dedicada à aplicação de soluções de energia solar para sistemas de irrigação agrícola. 

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“O projeto, implementado na região de Castela e Leão, demonstra como a tecnologia da WEG possibilita uma gestão de água eficiente, autônoma e sustentável para aplicações agrícolas, mesmo em locais isolados”, informou a catarinense em nota.

Veja fotos da história da empresa catarinense

Projeto de bombeamento solar inteligente e inversores WEG

Para este projeto, a WEG forneceu uma solução robusta e de alto desempenho baseada nas séries ADV200-SP e ADV50, especialmente desenvolvidas para aplicações exigentes de bombeamento e energias renováveis. O escopo de fornecimento incluiu inversores de frequência WEG com diferentes potências, configurados para controlar e gerenciar a operação do sistema de bombeamento com máxima eficiência e confiabilidade. 

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Essa solução garante controle preciso de vazão e pressão, estabilidade operacional e uso otimizado de energia ao longo de todo o processo de irrigação. 

No coração do sistema, os inversores WEG gerenciam a operação da infraestrutura de bombeamento, permitindo automação inteligente sem a necessidade de sistemas auxiliares de energia complexos. Por meio de recursos avançados de controle, como lógica MPPT integrada, regulação do DC link e gerenciamento inteligente de energia, a solução da WEG permite que o sistema se adapte dinamicamente às condições energéticas disponíveis, garantindo operação contínua e máximo desempenho mesmo sob condições ambientais variáveis. 

Os inversores WEG também desempenham papel central na automação e no controle digital do sistema. O processo de bombeamento é totalmente gerenciado por meio de uma arquitetura de controle centralizada, permitindo operação autônoma, distribuição otimizada de água e monitoramento remoto. Isso proporciona aos produtores maior segurança operacional, flexibilidade e facilidade de gestão, ao mesmo tempo em que reduz significativamente os custos operacionais e aumenta a confiabilidade do sistema. 

Ao combinar design industrial robusto, eletrônica de potência de alta eficiência e algoritmos de controle inteligentes, a WEG entrega uma solução que transforma aplicações complexas de bombeamento em sistemas estáveis, automatizados e energeticamente eficientes. 

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“O projeto na Espanha demonstra claramente como os inversores WEG não são apenas componentes, mas elementos estratégicos na criação de soluções completas, integradas e preparadas para o futuro da agricultura sustentável”, explicou a empresa de Jaraguá do Sul.

Com este projeto, a WEG afirma que quer demonstrar mais uma vez o compromisso com a inovação, eficiência energética e desenvolvimento sustentável, entregando tecnologia que atende às demandas reais do mercado e apoia a transição global para infraestruturas mais inteligentes, limpas e eficientes.

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A origem da WEG

Werner, Eggon e Geraldo são os três nomes por trás do império da WEG, a multinacional de Jaraguá do Sul, no Norte de Santa Catarina, conhecida como a “fábrica dos bilionários”. A empresa, fundada na década de 60, mantém um perfil acionário familiar que beneficia os herdeiros diretos dos três fundadores que já morreram. 

A empresa de fabricação de motores elétricos foi fundada em 16 de setembro de 1961 pelo trio Werner Ricardo Voigt, Eggon João da Silva e Geraldo Werninghaus. As habilidades do eletricista, administrador e do mecânico foram unificadas e resultaram na fundação da Eletromotores Jaraguá. Algum tempo depois, a empresa mudou de nome e passou a ser chamada de WEG, sigla que junta as iniciais dos fundadores e explica a origem do império.

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Até a década de 80, a empresa produzia somente motores elétricos, mas 20 anos após sua fundação começou a investir na produção de outros produtos como componentes eletroeletrônicos, para automação industrial, transformadores de força e distribuição, tintas líquidas e em pó e vernizes eletroisolantes.