Bolsonaro pede para sair da prisão domiciliar e ser atendido por dentista que é esposa de Flávio Bolsonaro

Fernanda Bolsonaro é a profissional indicada pela defesa para a consulta odontológica prevista para sexta (21)

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Foto dividida entre imagem de Jair Bolsonaro sorrindo e o casal Fernanda e Flávio Bolsonaro

Dentista indicada pela defesa de Jair Bolsonaro é Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro, esposa do senador Flávio Bolsonaro (PL) e nora do ex-presidente (Foto: Marcelo Camargo, Agência Brasil e Redes sociais, Reprodução)

Jair Bolsonaro (PL) pediu autorização ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para deixar a prisão domiciliar e ir a uma consulta odontológica na próxima sexta-feira (21). A dentista indicada pela defesa é Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro, esposa do senador Flávio Bolsonaro (PL) e nora do ex-presidente.

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O atendimento está previsto para ocorrer a partir das 14h. No pedido ao STF, a defesa solicita autorização para o deslocamento de Bolsonaro pelo período necessário para ir ao consultório, realizar o procedimento e retornar para casa.

“Requer, portanto, seja autorizada a saída do Peticionário de sua residência, exclusivamente para a realização da referida consulta odontológica, pelo período necessário ao deslocamento, atendimento e retorno, observadas as medidas de fiscalização pertinentes”, diz a defesa.

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Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses de prisão e está em prisão domiciliar humanitária desde 24 de março, autorizada por Moraes inicialmente por 90 dias para que o ex-presidente se recuperasse de uma broncopneumonia.

Flávio Bolsonaro está proibido de visitar o pai

O pedido ocorre enquanto Flávio Bolsonaro está proibido de visitar o ex-presidente por 90 dias. A restrição foi determinada por Moraes no mês passado após o ministro entender que Bolsonaro descumpriu as condições da prisão domiciliar.

A decisão ocorreu depois que Flávio divulgou uma carta na qual o pai o indicava como porta-voz e reafirmava apoio à candidatura do filho.

Além da proibição imposta a Flávio, Moraes determinou que Bolsonaro não poderá receber visitas com finalidade “político-eleitoral” até o fim das Eleições 2026.

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O ministro também suspendeu as visitas gerais ao ex-presidente por 30 dias. A restrição não se aplica à equipe médica, aos profissionais de fisioterapia e aos advogados de Bolsonaro.