Além das três pumas, o Parque Zoobotânico de Brusque recebeu na última semana dois filhotes de gato-mourisco, espécie em risco de extinção. Com seis meses, os animais foram resgatados sozinhos e estavam no Hospital Veterinário Unifil, de Londrina, no Paraná. Agora no novo lar, eles receberão um nome com a ajuda da população.
Os profissionais avaliaram que o casal de irmãos não conseguiriam se virar sozinhos na natureza e, por isso, não foram soltos após os cuidados recebidos. Assim, a alternativa foi enviá-los ao zoo catarinense.
Os visitantes do parque poderão ajudar a decidir o nome dos filhotes por meio de uma enquete postada no Instagram do Parque Zoobotânico. Para o macho, as opções são Rubinho, Jove e Raj. Já para a fêmea, os nomes disponíveis são Maya, Juma e Bibi.
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Interessados em conhecer os novos moradores podem encontrá-los no zoobotânico, que está localizado na Praça da Bandeira, no Centro de Brusque, ao lado da prefeitura. O local funciona das 8h às 17h30min, de terça-feira a domingo.

A entrada custa R$ 10. Estudantes, professores, pessoas com deficiência e idosos com 60 anos ou mais pagam meia-entrada, com comprovação. Crianças menores de cinco anos não pagam.
O gato-mourisco
O gato-mourisco, também conhecido como jaguarundi, é um felino silvestre nativo do sul da América do Norte e pode ser encontrado na América Central e na América do Sul, passando pelo Brasil até o Norte da Argentina. Podem viver até 15 anos e medir de 27 a 60 cm.
De hábitos noturnos, a espécie tem nome científico Herpailurus yagouaroundi e se alimenta de mamíferos de pequeno e médio portes, cobras, lagartos, aves, insetos, peixes e anfíbios.
A espécie foi classificada como vulnerável à extinção pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o que significa um risco alto de extinção.




