Ter plantas em casa é um hábito antigo que atravessa culturas e gerações. Elas não apenas decoram, mas também trazem sensação de acolhimento, frescor e conexão com a natureza. 

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Esse costume vai além da estética: muitos acreditam que cultivar plantas é uma forma de bem-estar e cuidado com o lar.

Entre as opções mais conhecidas está a Espada-de-São-Jorge (Dracaena trifasciata), planta que une tradição, espiritualidade e ciência.

Popular em residências e ambientes religiosos, ela desperta interesse não só pelo valor simbólico, mas também por um benefício surpreendente, comprovado pela ciência.

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Uma aliada para o ar do seu lar

Um estudo publicado na revista científica Kesehatan Lingkungan revela que a Espada-de-São-Jorge pode reduzir poluentes presentes no ar interno. 

Os resultados mostram que ela diminui até 84,18% do monóxido de carbono (CO) e absorve cerca de 30% do formaldeído, além de capturar outros compostos tóxicos como benzeno e amônia.

Essas propriedades fazem dela uma opção prática, econômica e ecológica para melhorar a qualidade do ar em casa. 

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“Essas descobertas sugerem que a planta-cobra (Espada-de-São-Jorge) tem o potencial de servir como uma solução natural, econômica e sustentável para melhorar a qualidade do ar interno”, escrevem os pesquisadores na publicação.

Tradição e espiritualidade

A relação entre a Espada-de-São-Jorge e a espiritualidade vem de longa data. No catolicismo, a planta é associada a São Jorge, símbolo de coragem e luta contra o mal. Sua aparência lembra a lança usada pelo santo na famosa lenda de sua vitória contra o dragão.

Em religiões afro-brasileiras, como umbanda e candomblé, a planta é chamada de Espada-de-Ogum. Ela simboliza a força, a proteção e a justiça, representando um elo entre a natureza e a fé.

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