Se você acompanhou as redes sociais ou cruzou com jovens e celebridades nos últimos meses, certamente notou um detalhe recorrente no rosto masculino: o bigode fino e bem aparado.
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O que antes poderia ser visto como um visual datado, hoje se consolidou como uma das maiores tendências de estilo, unindo referências retrô e autoexpressão.
Do streaming para as ruas
A atual popularidade desse visual ganhou um empurrão considerável da cultura pop. O ator canadense Jack Innanen, ao aparecer com um bigode estilizado na série Adults (Hulu), gerou uma onda de reações apaixonadas na internet.
Além dele, músicos e influenciadores adotaram o estilo em eventos e ensaios fotográficos, reforçando a estética nos feeds do Instagram.
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Mais do que apenas “deixar crescer”
Diferente de uma barba volumosa, o “bigodinho” atual é uma escolha deliberada de design. Especialistas apontam que a tendência é uma versão modernizada dos estilos clássicos dos anos 1970.
Para os barbeiros, o sucesso se explica pela versatilidade: o visual é descrito como confiante, sensual e ousado, combinando com diferentes tipos de roupas e estilos pessoais.
Não se trata apenas de negligenciar o barbear, mas de um cuidado atento com a imagem. A manutenção exige que os pelos sejam penteados e aparados de forma elegante para manter o desenho marcado.
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Identidade e comportamento
A força desse movimento também bebe da fonte da moda LGBTQIA+, onde estilos faciais historicamente funcionam como forma de identidade e afirmação.
Atualmente, essa barreira estética foi rompida, e homens heterossexuais e cisgêneros também exploram o visual como uma declaração pessoal de estilo.
Como adotar o visual?
Para quem deseja entrar na onda, os especialistas sugerem alguns cuidados fundamentais:
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- Manutenção constante: Aparar e modelar o bigode é essencial para não perder o formato.
- Produtos específicos: O uso de bálsamos e óleos ajuda a manter os pelos alinhados e no lugar.
- Adaptação progressiva: A dica para iniciantes é começar com um comprimento mais curto e ajustar o desenho conforme o formato do rosto e o gosto pessoal.
*Por Raphael Miras






