A Copa do Mundo de 2026 mal começou e já entrou para a história por conta de mudanças na regra do esporte. No empate entre Canadá e Bósnia, terceiro jogo do Mundial, o árbitro argentino Facundo Tello foi o responsável por inaugurar a nova regra de cinco segundos para bater um lateral.

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O momento aconteceu aos 11 minutos da etapa complementar da partida. Em vantagem no placar por 1 a 0, o lateral bósnio Kolasinac tentou segurar o ritmo do jogo e levou longos oito segundos para arremessar a bola de volta ao gramado. Sem hesitar, o juiz aplicou a nova punição, retirando a posse de bola da Bósnia e revertendo o lance a favor dos canadenses.

A mudança faz parte do novo pacote de normas da IFAB, entidade que dita as leis do futebol há mais de 140 anos. Aprovadas em uma assembleia geral no País de Gales, as medidas representam a reforma mais agressiva no esporte desde a implementação do VAR, focando diretamente na velocidade das partidas.

A partir de agora, o árbitro também funciona como um cronômetro vivo. Ao notar uma demora proposital em um lateral, ele deve erguer o braço e iniciar uma contagem regressiva visual de cinco segundos com os dedos. Se o atleta estourar o limite, a bola muda de dono na hora.

Novas regras começaram a ser aplicadas na Copa do Mundo

Outra estratégia clássica de cera que foi duramente atingida pelas novas regras diz respeito ao momento das alterações feitas pelos treinadores ao longo da etapa final. O jogador que for substituído terá um limite máximo de 10 segundos para deixar o gramado a partir do momento em que a placa eletrônica for levantada na linha de lado.

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O atleta é obrigado a sair pelo ponto mais próximo da linha de fundo ou lateral; caso descumpra o prazo, o substituto precisará esperar um minuto no banco, deixando seu time temporariamente com dez homens.