O mercado imobiliário enfrenta desafios globais, e o arquiteto Leonardo Di Chiara propõe uma saída inovadora. Ele construiu uma casa móvel de nove metros quadrados que promete conciliar conforto e economia de espaço.
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Embora pequena, a habitação exige um investimento considerável para ser construída e mantida com qualidade. O projeto foca na funcionalidade máxima, transformando um único cômodo em diversos ambientes produtivos.
De acordo com o criador, a construção e o translado da casa custam entre 70 mil e 80 mil euros. Esse valor equivale a aproximadamente R$ 497 mil, dependendo da cotação atual da moeda no mercado financeiro.
Investimento estratégico contra a crise habitacional
Apesar do custo inicial, Di Chiara defende que a microcasa é uma opção viável a longo prazo. Ele acredita que essas construções compactas podem mitigar os efeitos da crise habitacional que afeta o mundo moderno.
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Além disso, a manutenção da casa é simplificada pelo uso de materiais sustentáveis como a madeira natural. O arquiteto argumenta que o minimalismo reduz gastos desnecessários que ocorrem em residências maiores e fixas.
Assim, o morador ganha autonomia financeira ao eliminar contas de luz e água, graças aos painéis solares. A economia gerada no dia a dia ajuda a compensar o valor investido na fabricação tecnológica da microcasa.
Versatilidade urbana e o fim do endereço fixo
Leonardo, em entrevista ao Gazzetta, descreve o ambiente como “uma casa de um cômodo só” totalmente adaptável. Os móveis dobráveis permitem que a cozinha e o quarto coexistam sem atrapalhar a circulação interna.
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Ademais, a mobilidade da estrutura permite que o proprietário evite os altos custos de aluguel em centros urbanos. O morador pode levar sua casa para áreas mais acessíveis sem perder o seu padrão de vida habitual.
Por outro lado, o translado da habitação exige planejamento logístico e custos operacionais específicos. Mesmo assim, a liberdade de mudar de cidade rapidamente atrai jovens profissionais e entusiastas do nomadismo.
Em conclusão, o projeto de Leonardo Di Chiara desafia as regras tradicionais do setor de construção civil. A casa de nove metros quadrados surge como uma resposta criativa e tecnológica para os desafios do futuro.
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