A sinceridade de Hollywood costuma ser refrescante, especialmente quando vem de talentos do calibre de uma atriz indicada ao Oscar, Rosamund Pike. A britânica, mundialmente aclamada por seu papel em Garota Exemplar (2014), não mediu palavras ao classificar um de seus antigos projetos como “um dos piores filmes já feitos”.
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O alvo da crítica foi Doom: A Porta do Inferno (2005), adaptação do famoso videogame que Rosamund estrelou ao lado de Dwayne “The Rock” Johnson e Karl Urban. Durante sua participação no podcast How to Fail, de Elizabeth Day, ela relembrou o choque cultural de sair dos cenários bucólicos de Orgulho e Preconceito para enfrentar zumbis em Marte.
Na época, Rosamund estava filmando o clássico de época baseado na obra de Jane Austen quando recebeu o convite para a franquia de ação. A transição, segundo ela, foi marcada por uma autoconfiança que logo se provou equivocada:
“Consigo pular nesse fardo de feno usando meu vestido crinolina, então com certeza posso ir a Marte matar alguns zumbis”, brincou a atriz sobre seu pensamento na época.
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No set, Rosamund percebeu que estava totalmente fora de sua zona de conforto. Enquanto o elenco e a equipe tratavam as armas do filme como “relíquias sagradas” devido à paixão pelo jogo, ela se sentia perdida. A presença de pesos de musculação no set e a energia de “estrela de ação” de The Rock reforçaram a sensação de que ela estava “fora de sua liga”, segundo a atriz.
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Sobreo que é o filme Doom, com a atriz indicada ao Oscar
Em Doom, a equipe do cientista Todd Carmack descobre que o cromossomo sintético que desenvolveu é perigoso demais quando aplicado em seres com traços psicóticos ou violentos. Depois que um assassino é testado com esse cromossomo e se transforma em um monstro destruidor, um sinal de quarentena é emitido. Há outros infectados. Um esquadrão de elite é destacado para tomar conta da situação. Ao entrar na área isolada, no entanto, o grupo percebe que talvez tenha subestimado a força dos que foram infectados.
*Sob supervisão de Pablo Brito
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