Um enxame de abelhas “invadiu” uma bicicleta e tomou conta do banco do veículo em Joinville. O caso aconteceu no último sábado (14) e o vídeo que flagrou a cena ganhou repercussão no início desta semana, com mais de 270 mil visualizações nas redes sociais. Ninguém ficou ferido.

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A bicicleta estava estacionada em um bicicletário no pátio de uma empresa, no bairro Aventureiro, quando as abelhas apareceram, segundo a SOS Abelhas, empresa especializada na remoção de abelhas, vespas e marimbondos, que foi contratada para realizar o trabalho de remoção dos insetos.

Veja fotos do caso

Um vídeo registrado no local mostra o momento em que uma nuvem de insetos surge e começa a se estabelecer no banco da bicicleta. Depois, é possível ver todas as abelhas “instaladas” no ninho improvisado.

Como o caso foi resolvido

A remoção aconteceu por meio do método de aspiração. Depois, as abelhas foram levadas para um apiário. Ao NSC Total, Celso explicou que cenas como esta são comuns nesta época do ano.

— Agora nós estamos na época de reprodução, então tem enxames que estão se soltando da colmeia principal, da colmeia-mãe. Às vezes eles param num local para descansar e depois seguem destino, são abelhas migratórias. Só que às vezes elas param, como aconteceu aí, em motocicleta, em caminhão, para-choque, para-brisa, espelho, retrovisor — explica o apicultor.

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Veja o vídeo das abelhas que “invadiram” a bicicleta

Além disso, ele também afirma que, em alguns casos, as abelhas resolvem ficar e criar um ninho no local escolhido. Assim, é necessário esperar alguns dias para que os insetos saiam por conta própria.

— Geralmente a gente pede para a pessoa esperar uns dois a três dias [para a remoção]. Se em dois, três dias elas forem embora, beleza, o enxame migratório está em busca de um outro local para fazer o seu ninho para formar a sua colmeia — reforça.

Por fim, o apicultor destaca que os animais devem ser retirados em segurança, por uma equipe especializada.

— As abelhas têm um papel fundamental para a polinização na natureza. Sem abelhas, sem alimentos, então temos que preservar — afirma.

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*Sob supervisão de Leandro Ferreira