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    Testes genéticos substituem o exame de rotina de câncer de mama?

    Testes com foco em prevenção estão em pleno desenvolvimento e começam a ficar disponíveis para grande parte da população

    27/01/2021 - 12h18 - Atualizada em: 28/01/2021 - 10h55

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    Estúdio
    Por Estúdio NSC
    Testes genéticos substituem exames de rotina de câncer de mama?
    (Foto: )

    A evolução tecnológica na área médica historicamente tem por característica, incorporar novas tecnologias sem aposentar suas predecessoras. O advento das tomografias e ressonâncias magnéticas por exemplo, não inutilizaram o velho aparelho de raio X. Bem como o eletrocardiograma ou a ecocardiografia transferiu o estetoscópio do pescoço do cardiologista para uma parede do museu. É desta mesma forma que a genética começa a adentrar cada vez mais na prática médica, contribuindo para melhor aplicação dos métodos diagnósticos e terapêuticos vigentes, complementando-os e melhorando sua precisão e aplicações.

    >> Por que fazer testes genéticos?

    O câncer de mama tem sido uma das doenças mais impactadas com o advento das novas tecnologias em genética. Há disponível uma gama de testes com finalidades diferentes, mas com a característica em comum de melhorar a tomadas de decisões do diagnóstico ao tratamento. A classificação dos subtipos de câncer, escolha de determinado tratamento ou droga, já são aplicações práticas da genética que revolucionaram os tratamentos, e o foco a partir de agora se volta para a área da prevenção.

    Testes genéticos com foco em prevenção estão em pleno desenvolvimento e começam a ficar disponíveis para grande parte da população. Hoje há dois tipos de testes preventivos: os que analisam integridade de alguns genes , indicados para situações em que há forte histórico familiar de câncer de mama, e os escores de risco poligênico que analisam a situação de milhares de posições genéticas (locus) medindo a interação entre esses pontos chaves. Ambos os testes medem a probabilidade da mulher desenvolver o câncer de mama ao longo da vida podendo muitas vezes serem complementares. Atualmente é a forma mais precisa de orientar medidas preventivas adequadas, personalizando os exames de rotina de acordo com a estratificação de risco individual. Esses testes não determinam se uma doença vai ocorrer ou não, ou seja, não diagnosticam o câncer de mama no presente ou no futuro, mas nos dão a oportunidade da prevenção e precaução necessárias, otimizando os exames de rotina e cuidados convencionais.

    Produtos que visam usar a genética para aprimorar os processos preventivos já são uma realidade e estão em franca expansão, especialmente aqueles que podem ser vendidos

    diretamente ao consumidor. O VIVIDA é um produto inovador concebido para otimizar os processos preventivos em câncer de mama a partir de análise genética. Através de um escore de risco poligênico, associado a dados clínicos para a estratificação de risco e customização das recomendações preventivas para as mulheres de moderado e alto risco. A expectativa é que em pouco tempo esse tipo de teste vá permear a atividade médica e ser uma importante ferramenta para tomada de decisão.

    É consenso que os melhores resultados em ações de saúde são os preventivos. Aplicar modificações no estilo de vida como prática de atividades físicas, controle do peso, cuidados dietéticos e controle de exposição a agentes cancerígenos, podem influenciar os fatores de risco prevenindo o desenvolvimento do câncer de mama. Contudo os exames radiológicos ainda são a principal maneira de diminuir a mortalidade por câncer de mama através do diagnóstico precoce. Para cada estrato de risco identificado no VIVIDA há uma recomendação para o uso dos exames de mamografia, ultrassonografia e ressonância magnética de forma ideal, aumentando as chances de diagnóstico precoce e acesso a todas as vantagens de tratar um câncer nesse estágio.

    A crescente acessibilidade aos testes genéticos, impulsiona a chamada medicina de precisão, onde a análise genética e comportamental irá individualizar estratégias preventivas , propedêuticas e terapêuticas . Hoje esta possibilidade já é uma realidade em nosso meio reforçado pelo lançamento do VIVIDA, que justamente utiliza-se da avaliação genética para otimizar os recursos preventivos de acordo com o perfil de cada mulher.

    Hoje mais do que nunca sabe-se que não somos vítimas dos nossos genes, mas condutores dos nossos próprios destinos através das escolhas que fazemos ao longo da vida. Conhecer-se melhor através de testes genéticos e avaliações clínicas podem ser uma maneira importante de enxergar os melhores caminhos e os cuidados necessários para aumentar a segurança da jornada.

    Para saber mais sobre o VIVIDA, acesse o site www.souvivida.com.br.

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