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São José

Casa de time de handebol é arrombada e jogadores fazem vaquinha para ajudar a custear o prejuízo

Danos com o furto, que vão desde notebooks, câmeras e vídeo games, podem chegar a R$ 20 mil

17/10/2017 - 14h32

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Por Redação NSC
Atletas moram todos na mesma casa e têm o sonho em se tornarem jogadores profissionais
Atletas moram todos na mesma casa e têm o sonho em se tornarem jogadores profissionais
(Foto: )

Na última sexta-feira (13), após seis dias de jogos na Olesc, em Rio do Sul, os 14 jovens atletas do Nacional Handebol Clube, de São José, levaram uma rasteira. A empolgação com a medalha de bronze deu lugar ao susto e desânimo: a casa onde todos eles moram juntos no bairro Barreiros foi arrombada. Diversos pertences pessoais dos adolescentes, como notebooks e câmeras, foram levados.

Segundo o treinador da equipe, o funcionário da Fundação Municipal de Esportes de São José, Francisco Stringhini, o grupo foi pego de surpresa com o crime, já que nunca haviam sido assaltados ou vítimas de furto antes.

— Achamos que os arrombadores sabiam que estávamos fora. Levaram muita coisa. A cada dia que passa, os meninos se dão conta do sumiço de algo. Ainda estamos levantando todos os objetos e pertences que foram furtados. Mas é muito triste — lamentou o treinador.

Foram eletrônicos como computadores, vídeo games, eletrodomésticos, e um dos atletas teve todas as suas roupas levadas. E o que não foi furtado, como a geladeira, foi quebrado pelos criminosos. O prejuízo somado, acredita o treinador, pode ultrapassar o valor de R$ 20 mil. Assim que fizerem o levantamento de todos os pertences furtados, eles vão registrar o boletim de ocorrência na Polícia Civil.

— Quis cozinhar para o pessoal no dia, e vimos que até o botijão de gás havia sido levado. Coisas essenciais para o nosso dia a dia sumiram. Uma sensação de vulnerabilidade — complementou Francisco.

A preocupação agora é manter todos os adolescentes em segurança, avisa o treinador. Muitos pais ficaram preocupados com o ocorrido, e até sugeriram uma mudança para um apartamento.

— Mas são muitos atletas, é muito barulho. Uma casa é o ideal. Vamos precisar investir em equipamentos de segurança para a casa, como câmeras e alarme — explicou.

O grupo já criou uma vaquinha online para, quem tiver interesse, participar e doar algum dindim para ajudar na compra destes equipamentos de segurança e para, quem sabe, recuperar parte dos pertences dos jovens.

Para ajudar, é só entrar na página da Vakinha Online (clique aqui) e participar com depósito online. As doações encerram-se em 3 de novembro. A ideia é arrecadar ao menos R$ 25 mil. Bóra ajudar os campeões?

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