Um casal foi atingido por um barco pirata enquanto namorava em cima de uma moto aquática na Praia Central, em Balneário Camboriú. O piloto da embarcação turística não teria visto os dois, que estavam parados no canal de manobra. Apesar do susto, as vítimas teriam sido vistas na água momentos depois da colisão.

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O episódio ocorreu na tarde de domingo (15). Conforme testemunhas, o casal estava aos beijos na moto aquática quando o barco pirata os atingiu em cheio. Nas redes sociais, pessoas relataram que ambos submergiram, mas logo retornaram. O estado de saúde de ambos ainda não foi informado. A Marinha deve investigar o caso.

Em nota, o Grupo Barco Pirata explicou que a moto ficou fora do campo de visualização do barco e, mesmo que o piloto tivesse reparado nos dois, o tempo de resposta da embarcação é lento, por ser de porte maior, o que exige “tempo e espaço maiores para mudança de direção”.

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“Além disso, a embarcação navegava dentro do canal de navegação, que é a rota adequada e segura para esse tipo de embarcação naquele trecho, sendo uma área de passagem, portanto inadequada para que embarcações ou motos aquáticas permaneçam fundeadas ou paradas”, disse ainda o grupo.

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A moto aquática era alugada. A empresa responsável, Nautiusados, garantiu que o condutor era habilitado e toda a documentação estava regular. Os clientes teriam recebido a assistência necessária e, em paralelo, informações já teriam sido repassadas à Marinha (veja as notas na íntegra abaixo).

Assista ao momento do acidente

O que diz o barco pirata

O Grupo Barco Pirata esclarece que tomou conhecimento da colisão envolvendo a embarcação e um jetski na tarde deste domingo por meio de um vídeo que circula nas redes sociais.

A empresa informa que até o momento não foi procurada pelo piloto do jetski, razão pela qual ainda não possui informações precisas sobre as circunstâncias do ocorrido.

O grupo destaca ainda que, no campo de visualização do barco, não foi identificado o jetski. Ressalta também que manobras de desvio com embarcações desse porte não são imediatas, exigindo tempo e espaço maiores para mudança de direção.

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Além disso, a embarcação navegava dentro do canal de navegação, que é a rota adequada e segura para esse tipo de embarcação naquele trecho, sendo uma área de passagem, portanto inadequada para que embarcações ou motos aquáticas permaneçam fundeadas ou paradas.

O Grupo Barco Pirata informa ainda que está notificando a Marinha do Brasil sobre o ocorrido e irá prestar todas as informações necessárias às autoridades competentes, colaborando integralmente com a apuração dos fatos.

A empresa reforça que permanece à disposição para prestar toda a assistência necessária às pessoas envolvidas e que também irá apurar as circunstâncias e as motivações que levaram o jetski a não desviar da rota da embarcação.

O que diz a empresa dona da moto aquática

A empresa Nautiusados, especializada na venda e locação de motoaquáticas, vem a público prestar esclarecimentos sobre o acidente ocorrido neste final de semana envolvendo o Barco Pirata, em Balneário Camboriú.

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Informamos que, no momento do ocorrido, a embarcação estava com condutor devidamente habilitado, documentação regular e seguro vigente.

Desde o primeiro momento, foram prestados apoio imediato e atendimento às vítimas, bem como toda a assistência necessária.

A empresa também informa que está colaborando integralmente com as investigações conduzidas pela Marinha do Brasil, prestando todos os esclarecimentos solicitados pelas autoridades competentes.

Reforçamos nosso compromisso com a segurança da navegação, responsabilidade e transparência em todas as nossas operações.

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