As rainhas de bateria são elementos fundamentais das escolas de samba, pois, além de representar a escola, atraem atenção para sua bateria e até patrocínios de grandes marcas.

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Apesar de a participação das musas não ser um critério de avaliação, elas são peças-chave de motivação do grupo e, muitas vezes, influenciam a vitória. Além disso, suas roupas extravagantes e luxuosas chamam a atenção do público e melhoram o visual do desfile.

Todo ano, as escolas competem entre si para ganhar o título de melhor no carnaval de São Paulo. Relembre as rainhas de bateria que estiveram à frente das escolas ganhadoras nos últimos dez anos.

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Conheça as maiores rainhas de bateria do Carnaval de São Paulo

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Aline Oliveira, da Mocidade Alegre

A Mocidade Alegre tem mostrado resultados incríveis nas últimas edições do carnaval paulista. Nos últimos dez anos, a escola ganhou três títulos, 2014, 2023 e 2024, todos com Aline Oliveira no cargo de rainha de bateria.

Aline acompanha a escola desde cedo e, aos 12 anos, começou sua carreira no mundo do samba. Em 2012, a dançarina assumiu o posto de rainha de bateria da Mocidade Alegre já com uma vitória.

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Viviane Araújo, da Mancha Verde

A atriz, modelo e dançarina Viviane Araújo já é conhecida nos carnavais de São Paulo e Rio de Janeiro há anos. Ela acumula diversos títulos à frente de escolas nas duas capitais. 

Só nos últimos dez anos, a Mancha Verde, com participação da atriz, venceu duas vezes o carnaval paulista, em 2019 e 2022.

Viviane estreou na Mancha em 2005, já como rainha de bateria. Comemorando 20 anos do início, a atriz busca bons resultados na edição de 2025.

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Trio de musas da Águia de Ouro

A primeira vitória da Águia de Ouro no grupo especial aconteceu em 2020. Sem rainha de bateria, um trio de musas conduziu a escola. Domenica Anastácio, Marina Franco e Vanessa Alves brilharam na avenida e entregaram muito samba no pé.

As três musas também desfilaram juntas em 2019, em um quarteto junto com Karoline Morais. Vanessa Alves desempenhou o papel de rainha de bateria da escola em 2023.

Andrea Capitulino, da Acadêmicos do Tatuapé

A musa fitness Andrea Capitulino estreou como rainha de bateria da Acadêmicos do Tatuapé já com uma vitória. A escola ganhou duas vezes seguidas sob o comando da musa, em 2017 e 2018

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A rainha declarou ter ficado quase enferrujada depois da pandemia, mas correu para conseguir se recuperar. Andrea ficou no posto até 2022.

Valeska Reis, da Império de Casa Verde

Valeska Reis esteve à frente da Império de Casa Verde em seu terceiro título, em 2016. Ela foi rainha de bateria por 11 anos na escola, deixando o posto em 2022.

Em seu último desfile pela Casa Verde, Valeska levou seu filho de quatro meses para o sambódromo. Ela compartilhou sua rotina intensiva de treinos para conseguir recuperar a forma física a tempo do carnaval.

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Camila Silva, da Vai-Vai

Em 2015, Camila Silva fez parte da Vai-Vai em seu 15º título. A escola é a mais premiada do carnaval paulista, dominando o pódio nos anos 1980 e 1990.

A passista desfilou por 11 anos na escola, deixando-a em 2023.

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