A década de 60 foi uma das mais transformadoras da história, em feitos da humanidade, como a chegada do homem à Lua, e também na transformação cultural, principalmente na linguagem. O mundo vivia um período cultural intenso e isso se refletiu na criação de algumas gírias que são utilizadas até hoje. Expressões que fazem parte de uma geração que viveu grandes revoluções da ciência, mudanças sociais e políticas e fortes influências culturais.
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No Brasil, a Bossa Nova vivia seu auge, mas a juventude ganhou voz e vez com os movimentos da Tropicália e da Jovem Guarda. A década que começou com o país bicampeão mundial, depois de vencer a Copa do Mundo de 1962, também marcou as ruas com jovens vestindo minissaias, estampas geométricas, cores vibrantes, vestidos de bolinhas (poá) e tecidos plásticos e metalizados.
Além disso, o contexto político da ditadura militar e a influência de movimentos internacionais de contracultura, como o movimento hippie, também contribuíram para o surgimento de uma linguagem própria.
Conheça 8 gírias da década de 1960
*Fotos: Banco de imagens
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Boa pinta e borogodó
“Boa pinta” e “borogodó” são exemplos perfeitos das gírias da década de 1960. “Boa pinta” designava alguém de boa aparência, enquanto “borogodó” referia-se a uma pessoa charmosa ou sensual.
Broto e pão
“Broto” era utilizado para descrever um jovem atraente, tanto garoto quanto garota, enquanto “pão” era uma gíria específica para homens bonitos.
Dar tábua
“Dar tábua” significava recusar-se a dançar, uma atividade social essencial nos encontros juvenis.
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Lelé da cuca
Gírias mais coloquiais e humorísticas como “lelé da cuca” tinham seus lugares garantidos nas conversas. “Lelé da cuca” era uma maneira divertida de dizer que alguém estava louco.
Papo furado
Conversas desimportantes eram chamadas de “papo furado”, destacando uma preocupação com a substância e a seriedade no discurso.
Fogo na roupa
A gíria “fogo na roupa” nos anos 1960 no Brasil era usada para descrever uma situação complicada ou desafiadora. Também poderia se referir a alguém que estava agindo de maneira muito intensa ou criando confusão.
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Os brinquedos da década de 1960 que marcaram a infância de uma geração







