Copa do Mundo acontece nos Estados Unidos, México e Canadá (Foto: Hector Vivas, FIFA/FIFA via Getty Images)
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, admitiu que nem ele mesmo pagaria os preços que a Fifa está cobrando pelos ingressos para a Copa do Mundo 2026, que acontece nos EUA, México e Canadá com início previsto para 11 de junho.
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Em entrevista ao New York Post nesta semana, Trump foi questionado sobre os preços exorbitantes, poucas horas depois do presidente da Fifa, Gianni Infantino, ter minimizado as crescentes críticas.
— Eu não sabia desse valor. Eu certamente gostaria de estar lá, mas, para ser sincero, também não pagaria — disse o presidente ao ser informado sobre o preço de entrada de mil dólares (R$ 4,94 mil) para a estreia da seleção dos EUA contra o Paraguai, em Los Angeles, no dia 12 de junho.
Apenas algumas horas antes dos comentários de Trump, Infantino saiu em defesa do preço dos ingressos da Copa do Mundo, insistindo que custa pelo menos 300 dólares (R$ 1,5 mil) para assistir a um jogo universitário nos Estados Unidos e que não se consegue ver um esporte profissional por menos do que isso.
Em uma coletiva de imprensa realizada no início desta semana, Infantino foi questionado sobre um ingresso para a final que tinha sido colocado à venda em um site de revenda por 2 milhões de dólares.
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Em resposta, ele brincou dizendo que “levaria pessoalmente um cachorro-quente e uma Coca-Cola” ao comprador, para garantir que ele tivesse “uma ótima experiência” no jogo.