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    Dia Internacional da Prematuridade

    Ensaio "Vidas Precoces" mostra a perseverança de bebês prematuros

    ZH convidou sete pessoas para contarem como foi o início de suas precoces vidas

    17/11/2015 - 02h02 - Atualizada em: 17/11/2015 - 19h55

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    Por Redação NSC
    (Foto: )

    A ida para casa de um bebê prematuro, depois de meses ou dias de internação, tem por trás histórias emocionantes de persistência.

    Hoje, no Dia Internacional de Sensibilização para a Prematuridade, data criada pela Fundação Europeia de Cuidados com o Recém-Nascido (EFCNI, a sigla em inglês), Zero Hora convidou sete pessoas que nasceram prematuras para mostrarem suas primeiras fotos de bebê, e junto a suas famílias, contarem como foi o início de suas vidas, a rotina no hospital e a esperança de ir para casa com saúde.

    Gabriela Reis, de 13 anos, Priscila Schwengber, 25, as irmãs Eduarda e Daniela Delfino Corrêa da Silva,10, o bebê Valentim Zignani Krost, 2 anos e 10 meses e os irmãos Frederico e Beatriz Paganin Gonçalves, de 15 e 12 anos, participaram da série de imagens feitas pelo fotógrafo Mateus Bruxel que marca uma data que tem o objetivo conscientizar pais e mães sobre as complicações relacionadas à prematuridade e incentivar a prevenção de fatores de risco durante a gestação.

    Confira o ensaio Vidas Precoces:

    Clique aqui

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    O ensaio "Vidas Precoces" é inspirado no trabalho "Les Premas", do fotógrafo canadense Red Méthot, que após o nascimento do seu primeiro filho, se encantou com a perseverança e a luta diária de pequenos bebês pela sobrevivência. Méthot fotografou crianças, adolescentes e adultos junto a imagens de quando eram recém-nascidos.

    As fotos mostram o caminho que essas crianças e jovens, que nasceram antes da hora, percorreram e como eles se parecem hoje, depois de enfrentarem as dificuldades de um nascimento precoce.

    O dia 17 de novembro foi escolhido para promover a conscientização mundial sobre o assunto em 2008. Representantes da entidade se reuniram para definir um dia para mobilizar ações pelo mundo e trazer atenção para as complicações relacionadas à prematuridade, fator número um de mortalidade infantil, como indica a pesquisa publicada em 2014 no periódico britânico The Lancet, um dos mais renomados do mundo. Novembro foi escolhido por ser o mês de nascimento de uma das filhas dos fundadores da EFCNI, que perdeu seus filhos trigêmeos prematuros menos de um ano antes.

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    A iniciativa da ONU "Toda mulher, toda criança" destaca o dia como uma das iniciativas para promover a saúde de mães e bebês e combater a mortalidade infantil relacionada à prematuridade.

    O Brasil é o 10º país com maior número de nascimentos prematuros, segundo a pesquisa Born to Soon, realizada pela OMS em 2012. São mais de 279 mil crianças nascidas por ano nessas condições no país. Pelo menos 12 mil morrem por complicações logo após o parto.

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