Os primeiros meses na maioria dos relacionamentos amorosos são sempre perfeitos, sem nenhum defeito e vividos muito intensamente. A ciência diz que o “Efeito Lua de Mel” não faz parte do romance, e sim um efeito químico no cérebro.

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É justamente nessa etapa, onde o casal tem uma demonstração de amor e carinho um pouco mais exagerada, um apego e a necessidade de conquista a todo custo.

Com o passar do tempo, é normal que esses sentimentos e essa fase diminua, aparecendo dificuldades, enfrentamentos um com o outro e o convívio mais frequente. Isso não significa que acabou ou não existe mais amor, mas, é um período de construção e desenvolvimento do casal.

O que significa o “efeito lua de mel”?

Para a ciência, todas essas etapas e sentimentos são esperadas, já que todo o conjunto é um resultado de diversos hormônios liberados pelo cérebro. Ao conhecer uma nova pessoa, a busca pela conquista acaba sendo um dos principais fatores.

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O hormônio da dopamina estimula principalmente o prazer e a motivação, enquanto a endorfina libera a sensação de bem-estar e alívio. Já a ocitocina e vasopressina respectivamente, são responsáveis por fortalecer laços e construção de memórias, junto com o apego emocional.

A combinação desses hormônios no cérebro causa o “vício”, onde a empolgação e expectativa de estar com a outra pessoa é grande e sempre traz felicidade.

Com isso, conhecer esse fenômeno pode ajudar as pessoas a entenderem como o cérebro funciona e evita algumas frustrações. Relacionamentos que duram precisaram passar por esses momentos, afinal, o relacionamento não é só pautado em amor, mas existe a parceria, lealdade e respeito.

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Por Henrique Moraes