O Mundial 2026, disputado entre junho e julho nos Estados Unidos, Canadá e México, será o maior da história do torneio. Ao todo, 48 seleções participarão do evento, com 104 partidas em 16 estádios diferentes. Para além dos gramados, essa edição também vai ser recorde em sustentabilidade energética, já que muitos dos jogos serão viabilizados através da energia solar. 

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Ao todo, 12 dos 16 estádios que receberão partidas já operam com alguma forma de energia renovável, seja por meio de sistemas fotovoltaicos instalados ou projetos ligados à eficiência energética. Embora a adoção dessa tecnologia não seja uma novidade para o futebol, o evento deste ano deve trazer o tema para uma escala inédita. 

Os estádios selecionados para o torneio estão entre os mais modernos dos Estados Unidos e do México, e parte deles acumula certificações ambientais internacionais que atestam o desempenho energético das instalações. Esse movimento reflete uma mudança no cenário esportivo norte-americano, que passou a tratar eficiência energética como parte da gestão operacional das arenas. 

Iluminação, climatização, telões e operações logísticas representam um consumo energético expressivo em eventos desse porte. Para contornar os desafios ambientais, a geração própria de energia a partir de fontes renováveis é uma das principais estratégias para reduzir as emissões de CO2.

Estádios que já geram a própria energia

O exemplo mais simbólico de estádio com geração de energia própria que estará na Copa é o Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta, que receberá oito jogos da Copa. Ao todo, segundo dados da Georgia Power, parceira energética da arena, são 4.000 painéis solares fotovoltaicos instalados em áreas de estacionamento, entradas e estruturas do campus. 

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Todo o sistema do estádio gera 1,6 milhão de quilowatts-hora por ano, o equivalente ao abastecimento de 160 residências em Atlanta durante um ano, ou energia suficiente para abastecer nove partidas do campeonato americano de futebol. O estádio também utiliza 47% menos água do que arenas convencionais de mesmo porte e reduziu o consumo elétrico geral em 29%, conforme dados do próprio complexo.

Em Filadélfia, o Lincoln Financial Field também é um exemplo, já que opera com 11.108 painéis solares, conforme certificação LEED Gold concedida pelo US Green Building Council. O sistema, implantado em parceria com a NRG Energy, responde por cerca de um terço do consumo energético anual da arena, que comporta 67 mil torcedores por jogo. A energia excedente é compensada por meio da compra de créditos de fontes renováveis, para que o estádio opere integralmente com energia limpa ao longo do ano.

A final da Copa, marcada para 19 de julho no MetLife Stadium, em Nova Jersey, acontecerá em uma arena com o chamado “Solar Ring”. A estrutura conta com 1.350 painéis solares instalados na cobertura, que abastece iluminação, placares e operações internas. O estádio, com capacidade para mais de 82 mil pessoas, também foi projetado para consumir cerca de 30% menos energia do que instalações convencionais de mesmo porte.

No Vale do Silício, o Levi’s Stadium, que receberá seis jogos do torneio, conta com mais de 1.500 painéis distribuídos pela estrutura. O espaço conta, ainda, com sistemas inteligentes de gestão energética.

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Santa Catarina entre os líderes nacionais

O movimento de garantir sustentabilidade energética através do sol também já é realidade em Santa Catarina. Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), em abril de 2025, o Estado alcançou a marca de mais de 113 mil conexões operacionais de sistemas fotovoltaicos, espalhadas por 293 municípios, com 1,4 gigawatt de potência instalada. 

Ainda, Santa Catarina está entre os líderes nacionais no setor, à frente de estados como Goiás, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Norte, conforme dados da entidade. Desde 2012, o setor movimentou cerca de R$ 7,7 bilhões em investimentos no estado, gerou mais de 43 mil empregos e contribuiu com R$ 2,3 bilhões em tributos.

Rudnik Solar contribui com o movimento

É nesse cenário de expansão do setor em Santa Catarina que empresas como a Rudnik Solar operam, com foco em conectar residências e negócios da região à geração fotovoltaica.

Sediada em Santa Catarina, a empresa atua no segmento fotovoltaico para residências e negócios. A empresa opera com logística e estoque próprios, o que garante agilidade nas entregas, preços competitivos e maior controle sobre a qualidade dos projetos.

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Para garantir a qualidade das instalações, a Rudnik aposta em um programa de treinamentos frequentes para as equipes técnicas e um modelo de pós-venda que trata cada instalação de forma individualizada, com alinhamento de expectativas desde o início do processo. Ao longo de sua trajetória, a Rudnik já entregou mais de 15.000 sistemas fotovoltaicos de diferentes portes em Santa Catarina e outros estados do Brasil. Juntos, esses sistemas representam uma geração estimada de quase 47 milhões de quilowatts-hora de energia limpa, proporcionando uma economia superior a R$ 190 milhões para clientes residenciais, comerciais, industriais e do agronegócio.

Para saber mais sobre a empresa e instalar um sistema fotovoltaico, chame a Sol no WhatsApp.