Aquele banho bem quente pode parecer relaxante, mas ele esconde perigos para quem tem a pele madura. Entender as novas necessidades do seu corpo é fundamental para manter o bem-estar e a saúde.

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Frequência ideal para o banho

Estudos da Harvard Health indicam que lavar o corpo todo diariamente nem sempre é uma exigência biológica. Muitas vezes, o excesso de limpeza acaba removendo óleos vitais e microrganismos “do bem” da derme.

Como resultado, a pele fica exposta a rachaduras e irritações causadas pelo contato excessivo com sabonetes e água. Portanto, reduzir a frequência ou a duração ajuda a preservar a integridade da barreira cutânea.

Sensibilidade na terceira idade

A estrutura da pele muda drasticamente com o envelhecimento, tornando-se mais fina e propensa ao ressecamento constante. A produção reduzida de óleo significa que o corpo demora mais para se recuperar da limpeza.

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Assim sendo, o banho “completo” com muita esfregação pode agravar quadros de dermatite ou provocar ardor intenso. O desconforto surge justamente porque a defesa natural do organismo está mais fragilizada nessa etapa.

Estratégias para uma higiene segura

A recomendação atual envolve banhos rápidos, focados apenas nas áreas que realmente precisam de atenção por causa do suor. Priorize a higiene das axilas, região íntima, pés e virilha com o uso de água morna.

Essa estratégia evita o ressecamento excessivo das áreas mais sensíveis, como o tronco e os membros superiores. No entanto, adapte essa rotina se você vive em locais muito quentes ou pratica esportes.

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Dicas para evitar o ressecamento

Sempre utilize água em temperatura amena e dê preferência aos sabonetes suaves que não agridam o tecido cutâneo. Fique atento aos sinais de alerta, como a pele repuxando ou o aparecimento de pequenas fissuras.

Aplique um bom hidratante logo após se enxugar, pois isso ajuda a repor a umidade perdida durante o banho. Procure um dermatologista ou geriatra se notar feridas que não cicatrizam ou coceira persistente e severa.