Sábado é dia de final de Libertadores. Fluminense e Boca Juniors se enfrentam às 17h, no Maracanã num jogo que promete pegar fogo! Em quase 20 anos de reportagem tive o privilégio de estar em transmissões de oito finais de Libertadores na beira do campo. Duas delas envolvendo o Boca Juniors: 2007, no atropelo pra cima do Grêmio, e 2012, na derrota para o Corinthians.
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Os resultados refletem exatamente a capacidade de cada time. Em 2007, Riquelme, Palermo e Palácios eram protagonistas de um dos melhores Bocas da história. O Grêmio não foi páreo e saiu derrotado nos dois jogos: 3×0 na Bombonera e 2×0 no antigo Estádio Olímpico. Cinco anos depois, o mesmo Riquelme, mais velho, não conseguiu repetir o desempenho, além disso, o time já não tinha a mesma qualidade. O Corinthians ficou com a taça após o empate de 1×1 na Bombonera e a vitória de 2×0 no saudoso Pacaembu.
Mesmo tão diferentes, num ponto esses dois Bocas se identificavam: a competitividade. É justamente nesse ponto que estará a maior dificuldade do Fluminense quando a bola rolar nesse sábado no Maracanã. Para vencer sua primeira Libertadores, o tricolor carioca vai precisar igualar, no mínimo, o espírito do adversário. Parece detalhe, mas não é!
Muito mais do que o fator local, a qualidade técnica faz do Fluminense favorito nos 90 minutos. Isso basta para garantir algo? Não! Costumo dizer que Libertadores é uma das poucas competições, se não for a única no mundo, que é possível vencer mesmo sem ter o controle do jogo. E se tratando de Boca Juniors, ninguém conhece tanto esses caminhos como o clube argentino. Tenho a sensação até que o Boca nasceu pra jogar Libertadores. Não à toa, se conquistar a taça, vai se igualar ao vizinho Independiente, como o maior campeão da América.
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Repare na campanha desse ano; depois de avançar com tranquilidade na fase de grupos (num dos grupos mais fáceis), o Boca não venceu um jogo sequer no mata-mata. Passou sufoco contra o Nacional-URU, Racing e Palmeiras.. levou todos os jogos para as penalidades e se garantiu no talento do seu goleiro; Sergio Romero.
A estratégia dos argentinos está bem clara: repetir os roteiros recentes. Pode até faltar talento a esse Boca, mas podem ter certeza, vai sobrar competição. Resta ao Fluminense encarnar esse espírito, porquê só o talento não vai ser suficiente.
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