A moradora da Grande Florianópolis Flavia Hayasmim Leite Vieira Dias, que deixou um vídeo para ser publicado caso fosse presa, foi condenada por tráfico de drogas na França. A informação foi confirmada com exclusividade ao NSC Total pelo Ministério da Justiça do país europeu.
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Flavia foi condenada pelo Tribunal Judiciário de Bobigny no dia 27 de março de 2026 a 15 meses de prisão pelo “transporte, posse, aquisição e importação de narcóticos”. Ela também foi proibida de entrar em território francês por 10 anos.
Apesar da condenação ter acontecido há quase um mês, o caso ganhou repercussão nesta semana após o perfil no Instagram da jovem ter publicado um vídeo em que ela afirma que, se o vídeo fosse ao ar, era uma confirmação de era teria sido presa. No registro, que já alcançou mais de 3 milhões de visualizações, ela afirmou que estava “cansada dessa pobreza”.
— Por mais que pareça uma atitude impensada, eu pensei muito nisso. Desde quando eu era criança, minha vida nunca foi fácil. Sempre foi muita luta, muita batalha, muita sobrevivência e não é que eu não esteja levando a situação a sério, mas eu cheguei num nível da minha vida que eu estou cansada dessa pobreza — disse, no vídeo.
Veja fotos de Flavia Hayasmim Leite Vieira Dias
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Flavia, que é natural de Minas Gerais, não contou detalhes sobre o que a levou ser presa, mas deixou claro que iria receber dinheiro para o transporte de drogas “para ver se eu mudo de vida”.
— Tenho grandes planos com esse dinheiro para mim sair do vermelho e mudar minha vida. É uma loucura, mas eu já tentei fazer muitas coisas certas […] se tiverem vendo esse vídeo essa altura, eu estou presa, fiz besteira, estou indo para outro país ver se eu mudo de vida. Mas se der tudo certo, um dia eu volto — afirmou Flavia no vídeo.
Veja o vídeo
Não se sabe quem está por trás do perfil de Flavia durante a prisão dela. Na terça-feira (21), o administrador do perfil chegou a publicar que ainda não poderia “entrar em detalhes”.
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“Assim que for possível, quando eu conseguir me comunicar com ela e tudo estiver liberado para ser compartilhado, eu venho aqui contar para você”, escreveu.
O NSC Total também entrou em contato com a instituição “SEP91 – Soutien Ecoute Prison de l’Essonne”, que presta apoio e assistência a pessoas em situação de privação de liberdade em Fleury-Mérogis, uma comuna francesa. A instituição disse que “não está autorizada a fornecer informações, que são confidenciais em qualquer caso”.






