Nativo do Brasil e presente em cinco biomas do país, o jatobá está ganhando um cadeia produtiva no país e sendo usado na gastronomia e também em produtos para combater o mosquito da dengue e também uma pomada cicatrizante.
Continua depois da publicidade
Em tupi, jatobá significa fruto de casca dura. Encontrado na Amazônia, no Cerrado, no Pantanal, na Mata Atlântica e também na Caatinga, o jatobá vem de uma árvore imensa que pode atingir até 30 metros de altura, e com madeira altamente valorizada.
Jatobá também é uma planta alimentícia não convencional (PANC), e já está servindo de matéria prima para diversas iniciativas na área de gastronomia e nutrição. É o caso da farinha de jatobá que está sendo usada para aumentar o valor nutricional da merenda escolar no Estado de São Paulo.
A iniciativa também está criando a partir do fruto vinagre de casca, creme de jatobá com cacau e amendoim, mistura para bolo instantâneo, licor e xarope.
Continua depois da publicidade
A Fatec Marília do interior de São Paulo também desenvolve um fermento natural a partir da seiva do jatobá, que não contém glúten, é rico em cálcio, ferro, magnésio e fibras.
Outro exemplo, é a cidade de Adamantina, no Oeste paulista, que está criando queijos trufados com creme de jatobá, cacau e amendoim. Um queijo curado no licor de jatobá também foi desenvolvido.
Já em Porto Alegre, o fruto está sendo usado para desenvolver protudos bioquímicos, a partir da resina. Um é o larvicida natural contra o Aedes aegypti, e outro é uma pomada cicatrizante.
Continua depois da publicidade
Para finalizar, o fruto também está sendo usado no reflorestamento de áreas do Mato Grosso do Sul. Mais de 20 mil mudas da árvore já foram plantadas em propriedades privadas. A árvore de jatobá leva de 10 a 12 anos para dar frutos, tem sabor adocicado e odor específico.





