Dormir no meio do oceano, cercado apenas por água, aves marinhas e a possibilidade de avistar tubarões foi a experiência vivida pelo influenciador espanhol Rubén Holgado, de 23 anos. O criador de conteúdo afirmou ter encontrado o que considera ser a hospedagem para temporada mais isolada do mundo durante uma viagem aos Estados Unidos.

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Morador de Barcelona, Rubén embarcou para Miami e, depois de uma viagem de aproximadamente cinco horas de carro até Key West, seguiu de barco por cerca de uma hora até chegar a uma casa flutuante ancorada em alto-mar.

“Estamos mais perto de Cuba do que de Miami agora. Literalmente no meio do nada”, contou aos seus mais de 376 mil seguidores no TikTok.

A estrutura funciona simultaneamente como embarcação e hospedagem. Equipada com motor próprio, a casa oferece vista panorâmica de 360 graus para o oceano, além de cama de casal, banheiro compacto, ar-condicionado e gerador para garantir o conforto dos hóspedes.

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Como é a hospedagem mais isolada do mundo

Região é conhecida por abrigar muitos tubarões

Antes de desembarcar, o influenciador recebeu alguns alertas do capitão responsável pelo transporte. Segundo ele, as condições do mar podem mudar rapidamente e a região é conhecida pela grande presença de tubarões.

“Ele me alertou para não me afastar muito, porque o mar estava agitado e já houve casos de hóspedes precisarem ser resgatados. Também falou sobre os tubarões, o que deixou toda a experiência ainda mais aventureira”, relatou.

A região próxima à Key West é cercada por águas que abrigam uma grande população de tubarões. É comum encontrar espécies como o tubarão-limão, tubarão-lixa e tubarão-de-recife, e até espécies maiores como tubarões-martelo.

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Hospedagem exige habilitação náutica

Por ser legalmente classificada como uma embarcação, a hospedagem exige procedimentos pouco comuns para turistas. Rubén precisou apresentar habilitação náutica e assinar documentos reconhecendo os riscos de permanecer em um local tão remoto.

Durante a estadia, o influenciador levou os próprios alimentos e aproveitou os dias para pescar, nadar e explorar os arredores.

Em um dos momentos mais desafiadores da viagem, decidiu entrar no mar durante a noite com uma lanterna para enfrentar a talassofobia, medo intenso de águas profundas e escuras, na expectativa de observar algum tubarão de perto.

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