Irã e Israel fazem briga de versões sobre paradeiro de líder supremo

“Que eu saiba, o líder supremo está vivo”, informou Abbas Araghchi, ministro de Relações Exteriores do Irã

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O líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei (Foto: ZUMA Press Wire, Reuters Connect)

Há uma controvérsia sobre o paradeiro do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei. Israel afirma que a liderança foi alvo dos ataques da manhã deste sábado (28). Enquanto isso, o ministro de Relações Exteriores do Irã afirma que o líder está vivo.

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Israel afirmou que Ali Khamenei e o presidente Masoud Pezeshkian foram alvos das ações de ataque em conjunto com os Estados Unidos. A agência estatal iraniana afirma que o presidente está em segurança, já Ali Khamenei não foi mais visto. 

Ainda sobre Ali Khamenei, o ministro de Relações Exteriores do Irã, disse à NBC News: “Que eu saiba, o líder supremo está vivo”.

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Conforme relato de fontes à Reuters, o aiatolá Ali Khamenei não está em Teerã e não há mais informações sobre sua localização. Segundo o g1, o líder já não faz mais aparições públicas há dias. 

O ataque feito pelo EUA e Israquel

Em uma ação coordenada, os Estados Unidos e Israel atacaram o Irã na manhã deste sábado (28). O governo estadunidense fala em “fúria épica” sobre o ataque. Explosões foram registradas na capital Teerã e outras quatro cidades. O Irã, por sua vez, atacou Israel.

Ainda não há informações sobre números de mortos, feridos ou de demais danos, entretanto, já se sabe que uma escola feminina no sul do Irã registrou 40 mortes.

Os mísseis atingiram locais próximos ao palácio presidencial e, também, as instalações usadas pelo líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei. Ele não está em Teerã e não há mais informações sobre sua localização. Sobre o presidente do país, Masoud Pezeshkian, foi informado pela agência estatal iraniana que ele está em segurança.

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Após receber os ataques dos EUA e Israel, o Irã lançou mísseis no território israelense. Sirenes de alerta chegaram a ser acionadas no país e o espaço aéreo foi fechado. Segundo o g1, as explosões também teriam atingido países como Catar, Kuwait, Bahrein e Emirados Árabes.