O ator Juliano Cazarré, de 45 anos, tornou-se centro de debate nas redes sociais após anunciar o evento “O farol e a forja“, um encontro voltado para a formação masculina.
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Definida pelo artista como uma iniciativa para tornar homens “mais conscientes e responsáveis”, a proposta atraiu críticas severas de colegas de profissão, ao mesmo tempo em que recebeu apoio de outras figuras públicas e de uma parcela significativa de seus seguidores.
Em entrevista ao O Globo, o ator negou qualquer ligação com movimentos misóginos ou da chamada “machosfera”, como o redpill. Segundo o ator, o evento tem caráter intelectual e conta com palestrantes de diversas áreas, incluindo médicos, psicólogos e religiosos, para tratar de temas como queda de testosterona, vício em pornografia e a visão cristã do casamento.
O objetivo, segundo ele, é oferecer ferramentas para que os participantes voltem para casa com mais vontade de estar presentes na vida da esposa e dos filhos.
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A iniciativa, no entanto, gerou reações imediatas na classe artística. Atrizes como Marjorie Estiano, Claudia Abreu e Elisa Lucinda criticaram o projeto, associando o discurso à reprodução de padrões que, segundo elas, contribuem para a violência contra a mulher.
Por outro lado, nomes como Claudia Leitte, Juliana Knust e Luiza Possi saíram em defesa do ator nas redes sociais.
Juliano Cazarré rebateu as críticas afirmando que há uma “reação automática” de setores progressistas contra valores conservadores. Ele defendeu que a busca por solidez e tradição é um reflexo do cansaço da sociedade com o que chama de “cultura woke”.
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Sobre a associação de seu curso ao aumento de casos de feminicídio, o ator classificou a acusação como “grave e injusta”, argumentando que a formação de homens mais responsáveis é, na verdade, uma forma de proteção às famílias.
Como é a casa de Juliano Cazarré, o Jorginho Ninja de Três Graças
*Sob supervisão Pablo Brito























