Jurassic Park, o famoso filme de Steven Spielberg, encantou gerações com a ideia de que os dinossauros poderiam ser trazidos de volta à vida através da clonagem. Mas quão realista é essa possibilidade? Este artigo explora a ciência por trás do conceito de clonagem de dinossauros.
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A ciência da clonagem
A clonagem, como retratada no Jurassic Park, envolve a extração de DNA antigo e sua inserção em um óvulo vazio para criar uma cópia genética do organismo original. Na realidade, a ciência da clonagem é muito mais complexa. A clonagem bem-sucedida requer DNA completo e intacto, algo que é extremamente difícil de obter de amostras antigas.
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DNA de dinossauro é uma possibilidade?
A premissa central do Jurassic Park é que o DNA dos dinossauros pode ser extraído de mosquitos preservados em âmbar. Embora os mosquitos fossem realmente uma fonte potencial de DNA antigo, a probabilidade de encontrar um mosquito que tenha se alimentado do sangue de um dinossauro e depois foi preservado em âmbar é extremamente baixa.
Além disso, mesmo que tal mosquito fosse encontrado, o DNA dentro dele teria se deteriorado ao longo do tempo. O DNA é uma molécula frágil e começa a se decompor quase imediatamente após a morte. Estima-se que o DNA completo poderia sobreviver por no máximo um milhão de anos, enquanto os dinossauros se extinguiram há cerca de 65 milhões de anos.
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A realidade da clonagem de dinossauros
Dada a improbabilidade de encontrar DNA de dinossauro intacto, a clonagem de um dinossauro como retratada no Jurassic Park é atualmente impossível com a tecnologia atual. No entanto, isso não significa que a ideia é completamente sem mérito. A ciência está sempre avançando e novas descobertas são feitas todos os dias.
Por exemplo, os cientistas estão explorando a possibilidade de usar DNA de pássaros, os parentes vivos mais próximos dos dinossauros, para trazer de volta traços dinossaurianos. Este conceito, conhecido como “de-extinção”, ainda está em seus estágios iniciais e enfrenta muitos desafios éticos e práticos.
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