O horário em que você se exercita pode transformar os efeitos do treino. Cientistas descobriram que manhã e tarde não são iguais: cada período traz respostas diferentes do organismo.

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Enquanto treinos cedo tendem a favorecer a queima de gordura e o controle da pressão arterial, sessões no fim do dia parecem aumentar o rendimento e melhorar a glicemia.

Mas afinal, qual momento é mais indicado para o seu objetivo?

Manhã: queima de gordura e benefícios cardiovasculares

Exercitar-se logo cedo pode estimular o corpo a gastar mais gordura. Um estudo publicado em 2024 no Journal of Applied Physiology mostrou que jovens que treinaram antes do café da manhã apresentaram maior oxidação de gordura ao longo do dia.

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Outro ensaio de 12 semanas, divulgado em 2024 na revista Sleep and Health, revelou que exercícios matinais favoreceram a redução de gordura corporal, além de diminuir colesterol e triglicerídeos.

Pesquisadores também destacam benefícios para quem tem risco metabólico. De acordo com artigo de 2023 no Diabetes Care, treinar cedo reduziu mais a pressão arterial e a resistência à insulina.

Tarde: desempenho físico e glicemia em equilíbrio

Se a meta é melhorar performance, a ciência mostra que a tarde pode ser mais estratégica. Um estudo de 2020 publicado na Diabetologia indicou que treinos entre 15h e 18h aumentaram a sensibilidade à insulina e o desempenho físico.

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Outra pesquisa, de 2022 na Frontiers in Endocrinology, constatou que exercícios vespertinos ajudaram a equilibrar a glicemia de 24 horas e os níveis de lipídios no sangue.

Além disso, especialistas ressaltam que a temperatura corporal costuma estar mais alta nesse período, o que pode facilitar movimentos e aumentar força muscular.

Qual horário seguir de acordo com seu objetivo

As evidências sugerem que cada período tem vantagens específicas. Para emagrecer e reduzir pressão, a manhã pode ser mais eficaz. Já para performance e saúde metabólica, a tarde se destaca.

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Porém, consistência é a chave. Treinar no horário que se adapta à rotina é mais importante do que buscar a “hora perfeita”. A regularidade é o que traz progresso real.

Sono, intensidade e alimentação também influenciam nos resultados. Sem equilíbrio entre esses fatores, o horário por si só não garante mudanças duradouras.

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