O ex-companheiro de Rosane de Oliveira, suspeito de ter matado a técnica de enfermagem, enviou um áudio a um colega momentos após o crime. “Matei a minha princesa, matei a Rose”, diz o homem na mensagem de voz, já anexada ao inquérito policial. Ele é o principal suspeito do feminicídio ocorrido na terça-feira (30) em Araquari e é considerado foragido.
Continua depois da publicidade
Rosane era técnica de enfermagem no Pronto Atendimento da cidade. Ela foi morta dentro de casa com pelo menos três tiros. O homem ainda tentou matar um menino, filho da vítima, que tentou proteger a mãe. Apesar da tentativa, o disparo não acertou a criança.
Os bombeiros voluntários foram acionados por volta das 18h30min para socorrer a vítima. Entretanto, Rosane já estava sem vida quando a equipe chegou na casa, localizada na Rua João Luís Filho.
Continua depois da publicidade
Após cometer o crime, o ex-companheiro fugiu do local em uma motocicleta e não foi mais visto. Ele é considerado foragido pela polícia, que desde terça-feira realiza diligências em busca do investigado.
Nas redes sociais, amigos lamentaram a morte violenta da mulher e exaltaram seu caráter. “Uma grande profissional, muito atenciosa. Que seja feita a justiça por ela” e “uma mulher excepcional! Excelente profissional. Adorava ser atendida por ela, sempre muito atenciosa. Perguntava sobre minha família e me distraia quando estava mal. Eu e minha família sentimos a sua partida. Sentiremos sua falta”, publicaram algumas pessoas.
Continua depois da publicidade
Casos de feminicídio em SC
A morte de Rosane foi registrada como feminicídio. Até 31 de maio deste ano, Santa Catarina havia contabilizado 23 crimes contra a vida das mulheres. Isso representa um aumento de 27,7%, se comparado ao mesmo período de 2025, que registrou 18 feminicídios.





