Uma megaoperação deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) nesta quarta-feira (1°) em seis estados, incluindo Santa Catarina, tem como alvo a facção criminosa PCC, que atuava dentro e fora de presídios. Essa é a maior operação da história do Gaeco catarinense, com mais de 320 ordens judiciais, incluindo 151 mandados de prisão temporária.

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Conforme o MPSC, a Operação Coluna Sul cumpre mandados em pelo menos 30 cidades catarinenses contra suspeitos de integrarem a organização criminosa, como uma força-tarefa que acontece como desdobramento das investigações iniciadas no âmbito da operação Maserati.

Segundo a investigação, os suspeitos estariam envolvidos na prática de crimes como homicídios, organização criminosa, tráfico de entorpecentes, associação para o tráfico, e porte ilegal de armas de fogo. 

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Em Santa Catarina, os mandados são cumpridos nas seguintes cidades:

  • Abelardo Luz
  • Araquari
  • Belmonte
  • Blumenau
  • Caibi
  • Campo Alegre
  • Canoinhas
  • Chapecó
  • Concórdia
  • Florianópolis
  • Governador Celso Ramos
  • Irani
  • Itajaí
  • Itapoá
  • Joaçaba
  • Joinville
  • Lages
  • Maravilha
  • Penha
  • Pinhalzinho
  • Ponte Serrada
  • São Bento do Sul
  • São Cristóvão do Sul
  • São José
  • São Pedro de Alcântara
  • Tigrinhos
  • Tijucas
  • Tubarão
  • Xanxerê
  • Xaxim

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As ordens judiciais são cumpridas, além de Santa Catarina, no Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais.

Mais de 100 integrantes do Gaeco participaram da ação, assim como 552 agentes de segurança pública, com emprego de 198 viaturas e 2 helicópteros em uma mobilização logística em cinco bases operacionais em Santa Catarina. As bases estão dispostas em Florianópolis, Joinville, Lages, Chapecó e São Miguel do Oeste.

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Participam, também, os Gaeco dos Ministérios Públicos e as forças de segurança do Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais

Suspeito morreu em confronto

Durante o cumprimento dos mandados no Paraná, agentes do Gaeco foram alvos de disparos, segundo o MPSC, quando os suspeitos perceberam a presença da equipe, o que deu início a um confronto. Um dos suspeitos, que integraria a facção, acabou sendo atingido por tiros depois de disparar contra os policiais com uma pistola com seletor de rajada e morreu no local.

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Investigação segue em andamento

Com os materiais apreendidos durante o cumprimento dos mandados, a Polícia Científica catarinense realizará exames periciais para que o Gaeco dê continuidade às investigações, vinculadas à 39ª Promotoria de Justiça da Capital.  

No momento, a investigação tramita em sigilo.