Quem passa hoje pelas ruas Ângelo La Porta e Irmão Joaquim percebe algo diferente no ar: novos moradores circulando, comércio local ativo, calçadas movimentadas e uma sensação renovada de vitalidade que contrasta com a memória recente da região. Há menos de uma década, essas duas vias paralelas no coração de Florianópolis eram tratadas pelo mercado imobiliário como ponto cego – estratégicas no papel, esquecidas na prática.
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A mudança não aconteceu por acaso. Ela foi construída, projeto a projeto, por quem enxergou o que o mercado ainda não queria ver.
Uma nova concepção de negócio
Quando Leandro Annies e Danilo Terçariol fundaram a Nova Empreendimentos em 2012, o mercado imobiliário da cidade já tinha seus modelos consolidados. Mas os sócios tinham princípios que precisavam se refletir na empresa e nos projetos que seriam desenvolvidos.
Assim, para garantir a participação efetiva de seus investidores em cada etapa do processo, a Nova optou por constituir Sociedades de Propósito Específico (SPEs) para execução de cada um dos empreendimentos que viriam.
Mais do que uma mera modelagem, essa escolha definia o espírito de toda a operação: quem participasse de um projeto da Nova não seria o cliente de uma construtora – seria sócio de uma empresa, constituída para execução da obra, com acesso total a seus dados, contratos, cronograma e a cada centavo movimentado.
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— Queríamos que o modelo fosse justo e benéfico para todos. Não queríamos uma operação de soma zero, em que nosso ganho comprometesse o dos nossos investidores. Isso significava que os investidores precisavam ter participação real no processo. A transparência não poderia ser uma promessa. Ela precisaria fazer parte da cultura da empresa, desde o primeiro dia — explica Leandro Annies.
O compromisso com a transparência e justiça do modelo deveria ir além da estrutura societária escolhida. Para a Nova, todo o processo deveria beneficiar a todos. Para que isso fosse possível, optou-se por se estabelecer, como política da empresa, que a própria aquisição dos terrenos seria feita diretamente pelas SPEs, sem nenhum sobrepreço repassado ao grupo – prática que atualmente é um dos grandes diferenciais da empresa. A Nova sempre levou muito a sério a ideia de preço de custo, tendo optado por não a restringir à execução da obra, mas por aplicá-la a todo o processo.
Esse conjunto de princípios – participação direta, transparência total, geração de valor em benefício mútuo – formou o DNA da empresa. E a Nova preza por atuar em todo o ciclo: desde a identificação do potencial de uma região, idealização do projeto arquitetônico, formação do grupo de investidores e a administração da obra até a sua conclusão.
O olhar de quem escolheu o terreno e idealizou o projeto é o mesmo de quem se responsabiliza por acompanhá-lo em cada etapa da construção até torná-lo uma realidade.
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O preconceito que não fazia sentido
Foi com esse olhar que os sócios se debruçaram sobre um endereço que poucos no mercado levavam a sério: o lado esquecido da Avenida Mauro Ramos, especificamente as ruas Ângelo La Porta e Irmão Joaquim.
Existia uma resistência difusa em relação a essa área. Algumas ruas daquela região dão acesso aos morros da parte central da cidade, e isso criava uma associação negativa que, para as duas vias, simplesmente não se sustentava. Leandro conhecia as ruas de perto – uma das casas que abriria espaço para um dos primeiros projetos da Nova era da família da sua esposa, com mais de 30 anos de história no lugar.
— Famílias que ficam em um lugar por gerações não permanecem ali à toa. Elas ficam porque o lugar é bom para viver. O mercado via aquela permanência como acomodação. Nós víamos estabilidade, raízes e infraestrutura consolidada. São leituras completamente diversas do mesmo dado — conta o empresário.
Os fundamentos eram objetivos: acesso direto pela Mauro Ramos – um dos principais eixos de mobilidade da capital – shopping center nas proximidades, supermercados, farmácias, escolas e a Avenida Beira-Mar a apenas 600 metros. Um endereço com esses atributos sendo precificado como se estivesse na periferia.
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— Uma distorção de mercado. E distorções de mercado são oportunidades para quem sabe ler — define Leandro.
A percepção da Nova não era isolada. A chegada do Pátio Milano, na esquina da Ângelo La Porta com a Mauro Ramos – um empreendimento que reúne áreas residenciais, comerciais e um food hall – confirmou que outras empresas também viam potencial na região. E a Nova já estava lá.
Pioneirismo como método
Identificar o valor antes que se torne óbvio exige mais do que intuição, exige disciplina para não avançar mais rápido do que a evidência permite. Para a Nova, essa disciplina é estrutural: quando os recursos são dos sócios e os dados e informações são abertas desde o primeiro dia, a viabilidade não é uma etapa do processo, ela é um requisito.
— No modelo adotado pela Nova Empreendimentos, não é possível aprovar um projeto no entusiasmo e corrigir depois. Essa exigência estrutural nos protege e protege quem participa com a gente — explica Leandro.
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A estratégia foi agir de forma gradual. Um projeto viabilizado e concluído, depois o próximo. Sem escalar antes de provar.
— A cadência nos projetos concluídos criou algo que não se compra: cada obra finalizada gerava sócios satisfeitos que indicavam novos interessados. O crescimento foi orgânico, construído sobre evidências concretas — diz o fundador.
Cada prédio concluído não apenas ocupava um lote, contribuía para mudar a percepção da rua inteira para o projeto seguinte.
— Hoje fica evidente que o local não precisava ser descoberto. Precisava ser construído. E nós participamos desta construção — afirma Leandro.
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Os números que validam a transformação
Com mais de 14 anos de atuação em Santa Catarina, a Nova Empreendimentos consolidou um histórico verificável:
- 23 projetos realizados;
- 15 empreendimentos concluídos;
- 6 em execução;
- 2 projetos em desenvolvimento;
- Mais de 1.150 unidades habitacionais construídas;
- R$ 685 milhões em empreendimentos viabilizados;
- 995 investidores participantes das diversas SPEs.
Somente nas ruas Ângelo La Porta e Irmão Joaquim, são ao todo nove empreendimentos, dentre projetos concluídos, em obra e em desenvolvimento – uma concentração que, projeto a projeto, redesenhou a identidade urbana da microrregião.
Os novos moradores atraíram novos serviços: pequenos comércios, cafeterias e conveniências passaram a ocupar os espaços, gerando emprego e renda dentro do próprio bairro, valorizando a região e gerando retorno aos investimentos realizados, em um ciclo amplamente positivo.
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O próximo capítulo
A transformação que começou como uma aposta em duas ruas que o mercado ignorava ganha seu capítulo mais ambicioso em junho de 2026: o ZENN Living Residence, pertencente a uma linha de alto padrão da Nova – a Nova Signature.
Baseado nos mesmos princípios que definem a empresa desde sua fundação, um grupo de investidores constituirá a SPE que será responsável pela construção, e poderão participar ativamente de cada etapa do processo, com acesso irrestrito a todos os dados, informações e aos custos reais do empreendimento. Um projeto trará um boulevard aberto ao público, programa completo de wellness, do mezanino ao ático, e piscina semiolímpica de 25 metros.
O que começou com uma escolha sobre como gostaríamos de fazer – um negócio transparente, justo, com os investidores como sócios reais – está se tornando, projeto a projeto, um dos movimentos de transformação urbana mais consistentes da capital catarinense.
Deseja acompanhar de perto a evolução dos endereços mais promissores de Florianópolis? Acesse o site da Nova Empreendimentos e conecte-se com o futuro da arquitetura urbana.
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