A cinebiografia Michael, que retrata a trajetória de Michael Jackson, chegou aos cinemas com um recorte específico, e incompleto. O longa acompanha o artista entre 1966, no início do The Jackson 5, e 1988, durante sua primeira turnê mundial.
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A proposta da produção é dividir a história em duas partes, com uma sequência ainda sem data prevista para abordar os anos seguintes até sua morte, em 2009.
Essa escolha deixa de fora momentos centrais da vida do cantor. Não aparecem no filme a criação do rancho Neverland, símbolo de sua imagem pública nos anos 1990, nem o diagnóstico de vitiligo, frequentemente relacionado às mudanças em sua aparência.
Michael Jackson e outros artistas tiveram músicas lançadas após a morte
Também ficam ausentes o histórico show no Super Bowl de 1993 e as acusações de abuso sexual que marcaram sua trajetória nas décadas de 1990 e 2000.
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A vida pessoal de Michael também é pouco explorada. Os casamentos com Lisa Marie Presley e Debbie Rowe não são retratados, assim como o nascimento de seus três filhos.
No campo musical, o filme ignora álbuns lançados entre 1991 e 2001, como Dangerous, HIStory: Past, Present and Future, Book I e Invincible, deixando de fora sucessos que ampliaram o alcance global do artista.
Outro ponto que chama atenção é o apagamento de membros importantes da família. A cantora Janet Jackson não aparece na narrativa, supostamente por decisão própria. Seus irmãos Randy Jackson e Rebbie Jackson também ficam de fora, apesar de terem participado ativamente da trajetória familiar e artística.
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Além disso, parcerias marcantes, como o single Scream, lançado com Janet, não devem ser exploradas nem na continuação.
*Sob supervisão de Pablo Brito











