Hoje o número 190 é sinônimo de emergência policial, mas nem sempre foi assim. Até 1980, cada estado usava um número diferente — alguns longos, difíceis de lembrar e ainda pagos.

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A transformação começou em São Paulo, com uma parceria entre a Polícia Militar e a antiga operadora estatal Telesp. O objetivo era criar um sistema unificado, fácil de memorizar e gratuito para a população.

A lógica por trás do 190

Na hora de escolher o número, o padrão “1” foi mantido porque já era comum em serviços de utilidade, como o 102. O “9” ajudava a destacar a ligação como urgente. O “0”, por sua vez, indicava que o número era o primeiro de uma nova série de emergências.

A ideia de oferecer ligação gratuita também veio de fora: a ONU determinou que todos os países deveriam disponibilizar chamadas sem custo para serviços de emergência como polícia, bombeiros e saúde.

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Outros números criados na mesma época

Além do 190, vários números curtos surgiram no mesmo período:

  • 192 – Emergência médica (SAMU)
  • 193 – Bombeiros
  • 197 – Polícia Civil
  • 199 – Defesa Civil
  • 191 – Polícia Rodoviária Federal

O novo sistema facilitou o socorro à população e criou o modelo que usamos até hoje: gratuito, padronizado e de fácil acesso.

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