Apesar de ter uma fortuna estimada em US$ 8,17 bilhões, o investidor Bill Ackman, fundador da Pershing Square Capital, mantém um estilo de vida marcado pela economia e pelo controle de gastos.

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Diferente do estereótipo associado a bilionários, ele evita desperdícios e valoriza pequenas atitudes do dia a dia, como apagar luzes e gastar com consciência.

“Não gosto de desperdiçar dinheiro”, afirmou Ackman ao Wall Street Journal. “Meu pai era muito rigoroso com isso. Se eu deixasse uma luz acesa, ele ficava irritado. Hoje, continuo andando pela casa para apagar tudo.”

Hábitos que vêm da infância

A relação de Ackman com o dinheiro começou ainda na infância. Criado em uma família que valorizava o consumo consciente, ele aprendeu desde cedo a importância de evitar excessos e dar valor a cada recurso. Mesmo após alcançar o sucesso financeiro, esses ensinamentos continuam presentes em sua rotina.

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Segundo o economista Michael Norton, da Harvard Business School, comportamentos financeiros adquiridos na infância tendem a acompanhar o indivíduo ao longo da vida.

Isso explica por que até mesmo pessoas extremamente ricas mantêm práticas simples no dia a dia.

Simplicidade também entre bilionários

Ackman não está sozinho nesse perfil. O investidor Warren Buffett é outro exemplo conhecido: ele vive na mesma casa há décadas, dirige carros discretos e mantém hábitos considerados simples para alguém com sua fortuna.

Esse comportamento revela que, para muitos ultrarricos, disciplina financeira e eficiência são mais importantes do que ostentação.

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Pequenas escolhas, como evitar desperdícios e controlar gastos cotidianos, refletem valores que vão além do dinheiro e ajudam a sustentar decisões mais conscientes ao longo da vida.