Bruno Mafra ganhou destaque no início dos anos 2010 como o rosto principal do grupo Bruno e Trio. O grupo, que seguiu na linha do sertanejo, acumulou fãs e realizou show em diversos estados brasieiros. Nesta semana o artista foi condenado a mais de 30 anos de prisão pelo crime de estupro de vulnerável contra as próprias filhas. Defesa alega que processo ainda está em curso e irá recorrer.
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Atualmente o cantor foca em tecnomelody, gênero musical eletrônico popular, nascido nas periferias de Belém do Pará nos anos 2000, que mistura ritmos regionais com batidas de computador.
Quem é Bruno Mafra
Nascido em Belém, no Pará, Bruno é filho de advogados e nutria a paixão pela música desde pequeno. Em seu site, o cantor afirma que começou a trabalhar aos 14 anos para ajudar a família com despesas domésticas.
Formado em psicologia, Mafra passou a se dedicar à música após se formar em 2005. Nos anos seguintes formou a banda Bruno & Trio e ganhou destaque em 2007 com a música “24 horas”. O grupo musical fez shows pelo Brasil e depois expandiu para apresentações internacionais no Suriname, Guiana Francesa, Venezuela e Portugal.
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Condenação do cantor
Segundo o Metropoles, Bruno foi condenado em primeira instância pelo Tribunal de Justiça do Pará por abuso sexual contra as duas filhas. Os crimes teriam acontecido entre 2007 e 2011, quando as meninas tinham menos de 14 anos. A decisão cabe recurso.
Segundo a denúcia, os crimes teriam acontecidos em diferentes locais, incluindo a casa da família e um veículo. Na condenação, a Justiça afirmou haver elementos suficientes para a condenação de Bruno, de acordo com o Metropoles.
Em nota ao NSC Total, a defesa do artista, realizada pelo escritório Filipe Silveira | Advocacia, informou que o processo ainda está em curso e que pretende recorrer da decisão.
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“O processo judicial ainda se encontra em curso, inexistindo, até o presente momento, decisão definitiva. Serão adotadas as medidas recursais cabíveis, uma vez que a defesa sustenta a existência de relevantes violações ao devido processo legal, com potencial comprometimento da validade jurídica dos atos processuais e da própria decisão proferida”
Além disso, a defesa afirmou que vê com preocupação a divulgação de informações relacionadas ao processo, uma vez que está sob sigilo, circunstância que, “em tese, exige rigorosa observância das restrições legais de acesso e divulgação, tanto para a preservação da regularidade processual quanto para a proteção dos direitos das partes envolvidas”, diz a nota.
*Com informações de Metropoles







