Existem certas coisas que nunca pensamos sobre, mas que existem e são muito úteis, e uma delas é: o que comem os militares durante a operação? Como é a ração do Exército? Uma dúvida que pode parecer boba, mas que viralizou nas redes sociais.

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A nova ração de emergência R3 do Exército Brasileiro chamou atenção ao transformar uma necessidade básica em estratégia de missão. O kit foi pensado para alimentar um militar por 12 horas sem precisar de nenhuma cozinha ou apoio tático; esse é um dos gastos previstos no plano bilionário de expansão das Forças Armadas na região de fronteira.

O que é a ração R3

Segundo a Portaria Normativa nº 1417/MD, ela é destinada a alimentar o militar por 12 horas quando outro tipo de alimentação não pode ser usado.

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Esse tipo de ração costuma servir como refeições individuais. Ela também pode ser empregada em fases específicas de uma operação, por exemplo, quando a tropa precisa se deslocar com autonomia em locais isolados sem poder chamar atenção para si.

Cada unidade da R3 é composta por duas refeições. A combinação pode trazer desjejum e almoço, ou jantar e ceia, conforme o cardápio do pacote. O pacote também reúne itens de apoio para aquecer, hidratar e consumir a comida.

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A portaria define que o valor calórico total da R3 deve ficar entre 1.200 e 1.800 kcal. Essa faixa mostra que o kit não tenta substituir uma alimentação completa por vários dias, mas cobrir uma janela curta de esforço.

Autonomia

Um dos itens que mais chamam atenção na ração R3 é o conjunto usado para aquecer a comida. O kit inclui fogareiro portátil, combustível em gel e fósforos, permitindo preparar os alimentos sem fogão, geralmente por banho-maria, mesmo no meio do nada.

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Na parte alimentar, a R3 reúne refeições principais e itens complementares para sustentar o militar por um período curto de missão. A composição pode incluir alimentos prontos, bebidas em pó, café, refrescos e repositor hidroeletrolítico.

O pacote também pode trazer doces, barra de cereais e rapadura, alimentos práticos para consumo rápido durante deslocamentos. A proposta é combinar calorias, facilidade de transporte e resistência ao armazenamento, sem depender de refrigeração.

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