O Brasil é a nação mais vitoriosa na história das Copas do Mundo: são cinco taças conquistadas ao longo de 44 anos. No entanto, a partir deste sábado (13), além de defender o pentacampeonato, a Seleção Brasileira entra em campo para assegurar 26 recordes históricos. Por isso, o NSC Total elencou todas as marcas defendidas pelo Brasil em Copas.

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Veja os 26 nomes convocados da Seleção Brasileira

O Brasil é o único país presente em todas as 23 edições já realizadas do torneio e, naturalmente, o recordista de taças, conquistadas em 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002.

Isso também rendeu à equipe o recorde de partidas disputadas (114) e de vitórias (76). Além disso, a Seleção Brasileira detém a maior sequência de triunfos da história da competição: 11 vitórias consecutivas, registradas entre a estreia em 2002 e as oitavas de final de 2006.

Quando o assunto é gol, o Brasil também lidera. O país é o dono do melhor ataque da história (237 gols), e essas marcações ocorreram em um recorde de 97 partidas diferentes. Mas a defesa também se destaca: a Seleção é a equipe com mais clean sheets, passando 48 partidas sem sofrer gols.

Além disso, o goleiro Carlos (1986) divide com o português Eduardo (2010) a marca de menor média de gols sofridos no Mundial: 0,20 por partida.

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Os outros recordes assegurados pelo Brasil em Copas do Mundo

  • Campeã em quatro confederações diferentes: O Brasil é a única seleção a levantar o troféu na América do Sul (1962), América do Norte (1970 e 1994), Europa (1958) e Ásia (2002).
  • Triunfo não-europeu na Europa: Até hoje, a Seleção Brasileira é a única equipe de fora da Europa a conquistar um Mundial jogando no Velho Continente (1958).
  • Título com o menor número de jogadores: Na campanha do bicampeonato em 1962, o Brasil utilizou apenas 12 atletas durante todo o torneio (os 11 titulares e Amarildo, que substituiu Pelé).
  • Desempenho 100%: Na conquista do penta em 2002, o Brasil cravou a marca de sete vitórias em sete jogos, um feito perfeito que jamais foi igualado nesse formato de disputa.

O Rei Pelé

  • Mais jovem campeão mundial: Levantou a taça em 1958 com apenas 17 anos e 249 dias.
  • Mais jovem a marcar em uma final: Fez gol na decisão de 1958 com a mesma idade recorde.
  • Hat-trick mais precoce: Marcou três gols em um mesmo jogo (contra a França, na semifinal de 1958) com apenas 17 anos e 244 dias.
  • O único tricampeão em campo: É o único jogador na história do futebol a vencer três Copas do Mundo (1958, 1962 e 1970).
  • Maior número de participações diretas em gols: O Rei divide com Lionel Messi o recorde absoluto de 21 participações em gols (somando gols e assistências).

Outras marcas históricas de atletas brasileiros em Copas do Mundo

  • Zagallo: É a única pessoa na história do futebol a ostentar quatro títulos mundiais (campeão como jogador em 1958 e 1962, como técnico em 1970, e como auxiliar técnico em 1994).
  • Carlos Alberto Parreira: É o treinador com o maior número de participações em Copas do Mundo, tendo comandado seleções em seis edições diferentes.
  • Cafu: É o único jogador no planeta a entrar em campo em três finais de Copa do Mundo consecutivas (1994, 1998 e 2002).
  • Ronaldo Fenômeno e Leônidas da Silva: Os dois brasileiros dividem com o francês Kylian Mbappé o recorde de maiores artilheiros de mata-matas na história do torneio (oito gols cada em fases eliminatórias).
  • Roberto Rivellino: Possui o recorde de maior número de gols marcados em chutes de fora da área (5).
  • Jairzinho: Ostenta o feito histórico de ter marcado gols em absolutamente todos os jogos da campanha de um título mundial (em 1970).
  • Edu: Detém a marca de atleta mais jovem a ser convocado para uma Copa do Mundo, integrando o elenco de 1966 com apenas 16 anos e 339 dias.

A busca do Brasil pela sexta estrela começa contra Marrocos, neste sábado (13), na região metropolitana de Nova York. Ainda pelo Grupo C, a Seleção Brasileira enfrenta Haiti e Escócia.

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Se terminar na primeira ou segunda colocação da chave, a equipe terá um adversário do Grupo F (Holanda, Japão, Suécia ou Tunísia) como primeiro adversário na fase de confrontos eliminatórios.

*Sob supervisão de Marcos Jordão