O capítulo desta quinta (09/07) de A Nobreza do Amor gira em torno do estado de saúde de Tonho (Ronald Sotto). Onildo Monteiro (Paulo Lessa) informa à família que o rapaz foi desenganado pelos médicos, e a notícia leva todos ao desespero.

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Vale lembrar o que colocou Tonho nesse leito: ele serviu de escudo humano para a namorada Alika (Duda Santos) durante o ataque dos cangaceiros ao ateliê e levou o tiro no lugar dela. O quadro se agravou ainda mais no capítulo anterior, quando se descobriu que o medicamento havia sido trocado por água, uma sabotagem de Mirinho (Nicolas Prattes) que quase custou a vida do rapaz.

Diante da gravidade, Salma (Rayssa Bratillieri) acompanha o Padre Viriato (Marcelo Médici) ao hospital para rezar por Tonho. O religioso chega a realizar a extrema-unção, enquanto amigos e familiares se reúnem em oração ao redor do leito.

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O milagre da corrente de fé

O ponto alto do capítulo é a corrente de fé conduzida por Dona Menina (Zezé Motta). No auge das preces, Tonho reage: abre os olhos e chama por Lúcia. Onildo confirma, logo depois, a recuperação inesperada do paciente.

A cena fecha um arco espiritual que a novela vem construindo há semanas. A rezadeira já havia dito que o destino de Tonho dependeria do próprio livre-arbítrio, que ele “se feriu por amor” e que a bala, na verdade, pertencia ao destino de Alika/Lúcia. Ao despertar chamando pela amada, o rapaz costura o tom de fábula que define esta trama das seis, em que fé, presságios e amor caminham juntos.

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O segredo da realeza se expande

Em paralelo, Niara (Erika Januza) revela a José (Bukassa Kabengele) e Teresa (Ana Cecília Costa) que Onildo descobriu que ela e Alika pertencem à realeza de Batanga. A informação é sensível: Alika vive em Barro Preto sob a identidade de Lúcia dos Santos, e cada nova pessoa que descobre a verdade aumenta o risco de exposição da princesa, justamente no momento em que ameaças vindas de fora começam a se aproximar do Brasil.

Kênia enfrenta a tirania de Jendal

No núcleo de Batanga, Kênia (Nikolly Fernandes) se revolta ao ser obrigada por Jendal (Lázaro Ramos) a participar da escolha de sua nova esposa. Filha do tirano e cada vez mais próxima da resistência, ela consegue escapar da vigilância de Pascoal e reafirma que não vai se submeter ao controle do pai. O gesto reforça a rota de colisão entre os dois e antecipa a punição que se desenha para a jovem.

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Dois fios menores completam o capítulo. Bartô (Fábio Lago) se entusiasma com a repercussão do ataque dos cangaceiros e reforça sua crença de que Veneranda teria realizado um milagre, alimentando o beatismo que cresce na cidade. Já Virgínia (Theresa Fonseca) pressiona Sebastião por temer ser denunciada, sinal de que a vilã sente o cerco se fechar sobre sua participação nos ataques.

O que vem por aí

A recuperação de Tonho traz alívio, mas não encerra o perigo. O cerco sobre Alika começa a se fechar com a chegada iminente de Omar (Rodrigo Simas) ao Brasil e o avanço de Malungo em busca do paradeiro da princesa, enquanto Jendal promete que a traição de Alika será paga com a própria vida.

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Produzida nos Estúdios Globo‘A Nobreza do Amor’ é uma novela criada e escrita por Duca Rachid, Júlio Fischer e Elísio Lopes Júnior, com colaboração de Dora Castellar, Alessandro Marson, Duba Elia e Dione Carlos, pesquisa de Leandro Esteves e assistência de roteiro de Dimas Novais. A obra tem direção artística de Gustavo Fernández, direção geral de Pedro Peregrino e direção de Ricardo França, Mariana Betti e Igor Verde. A produção é de Andrea Kelly, a produção executiva é de Lucas Zardo e a direção de gênero de José Luiz Villamarim.