Moradores do bairro Rio Tavares, no Sul da Ilha, em Florianópolis, registraram alagamentos neste sábado (13) em decorrência da maré alta associada à persistência dos ventos do quadrante sul. Fotos encaminhadas ao NSC Total mostram ruas tomadas pela água e dificuldades de circulação em alguns pontos da região. Segundo moradores, ao menos duas famílias tiveram os carros danificados após serem atingidos pela água que invadiu ruas do bairro.

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Segundo a Defesa Civil de Santa Catarina, o fenômeno tem relação direta com as condições marítimas adversas que atingem o litoral catarinense neste fim de semana. O órgão mantém um aviso vigente até segunda-feira (15) para risco de alagamentos costeiros, mar agitado e ventos fortes.

De acordo com a Defesa Civil, a combinação entre maré astronômica elevada e ventos persistentes favorece o represamento da água junto à costa, aumentando o risco de alagamentos em áreas vulneráveis e historicamente suscetíveis ao avanço do mar. (veja no mapa ao fim da matéria) O Rio Tavares está entre os bairros da Capital que costumam registrar ocorrências desse tipo durante eventos de maré alta.

As imagens recebidas pelo NSC Total mostram a água avançando sobre vias do bairro durante o período de pico da maré, no início da tarde deste sábado. Apesar dos transtornos registrados, não havia informações sobre desalojados ou ocorrências mais graves até a publicação desta matéria.

Veja fotos dos alagamentos no Rio Tavares

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Mar pode ter ondas com pico de até 3 metros até segunda

Além do risco de alagamentos costeiros, a Defesa Civil alerta para mar agitado e rajadas de vento que podem chegar a 70 km/h em trechos do litoral catarinense. As ondas variam entre 2,5 e 3 metros, com picos superiores em alto-mar, oferecendo risco moderado para atividades de pesca, navegação e esportes náuticos.

O aviso permanece em vigor até a madrugada de segunda-feira (15). A orientação é que moradores de áreas sujeitas a alagamentos acompanhem os alertas oficiais e evitem circular por locais inundados durante os períodos de maré mais elevada.

Quais são as áreas em alerta?