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    "Seria uma taça maldita", afirma Marquinhos sobre Avaí ser declarado campeão catarinense

    Gerente de futebol do Leão da Ilha afirma que acredita na sequência do estadual

    25/03/2020 - 14h41

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    Kadu
    Por Kadu Reis
    Marquinhos afirma que foco é o combate à pandemia e rechaça entrega antecipada da taça do estadual
    Marquinhos afirma que foco é o combate à pandemia e rechaça entrega antecipada da taça do estadual
    (Foto: )

    O gerente de futebol do Avaí, Marquinhos Santos, participou à distância do Debate Diário desta quarta-feira (25) e afirmou que acredita que o Campeonato Catarinense terá sequência após a pandemia de coronavírus. Perguntado sobre a possibilidade do Leão da Ilha ser declarado campeão por conta da liderança na primeira fase, ele disse que a taça seria "maldita" e que a discussão não é o foco do momento.

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    — Isso é uma coisa muito polêmica. Como torcedor seria maravilhoso, mas o que menos interessa agora é a situação da taça. Uma taça maldita, que vai vir em uma ocasião que todo mundo está sofrendo. E acredito que vai dar tempo. Acredito que as competições irão voltar e vamos terminar o Campeonato Catarinense. Algumas pessoas vão perder entes queridos, temos que fazer nosso papel para que seja o mínimo possível — afirma o ex-jogador e ídolo da torcida avaiana.

    O Debate Diário segue no ar e participa da cobertura da CBN Diário da pandemia de coronavírus em Santa Catarina. Roberto Alves, Rodrigo Faraco, Paulo Branchi, Chico Lins e Salles Jr. comandam o programa direto de suas residências. A edição desta quarta contou ainda com a fala do jornalista Guilherme Costa, que cobre esportes olímpicos no Globoesporte.com e destacou os impactos do adiamento dos Jogos de Tóquio.

    — A gente tem exemplos que o Brasil possa ser atrapalhado ou ajudado com essa mudança. Por exemplo, a Rafaela Silva, atual campeã olímpica de judô, foi pega no doping com uma punição de dois anos. A equipe jurídica dela precisa apenas conseguir reduzir para um ano e meio para ela ficar à disposição. A ginasta Rebeca Andrade está se recuperando de uma lesão e pode estar inteira para os jogos em 2021. Já para o Robert Scheidt, velejador de 37 anos, e para a seleção brasileira de vôlei, com atletas experientes, será o prolongamento da carreira por mais um ano — avalia o jornalista.

    Ouça o Debate Diário desta quarta-feira:

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