O show do intervalo da final da Copa do Mundo 2026 aconteceu neste domingo (19), no MetLife Stadium, em Nova York/Nova Jersey. Foi a primeira vez na história do torneio que a decisão do Mundial teve uma apresentação musical nos moldes do Super Bowl.

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Madonna abriu a festa em grande estilo: chegou ao meio do campo em um carro conduzido por Ronaldo Fenômeno e Ronaldinho Gaúcho que apareceram pilotando um carro com a cantora entrando no estádio. Os dois ídolos do futebol brasileiro acompanharam a cantora até o gramado e ficaram ao seu lado enquanto ela cantava “Music”, antes de deixar o palco livre para o restante das atrações.

Com os cerca de três minutos de Madonna encerrados, quem tomou conta do gramado foi o maestro venezuelano Gustavo Dudamel. Ele comandou uma orquestra formada pela Filarmônica de Nova York e pela Orquestra Sinfônica Simón Bolívar, da Venezuela, cercado por personagens dos Muppets espalhados pelo campo, em uma versão de “Seven Nation Army”, do White Stripe, música que já havia marcado a Copa da Alemanha, em 2006.

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O ritmo seguiu acelerado com a entrada do grupo sul-coreano BTS, que cantou “Dynamite”, um dos maiores sucessos da carreira da banda. Na sequência, os personagens Ted Lasso e seu auxiliar, o Barba, roubaram a cena ao surgir com um cartaz escrito “beliebe”, brincadeira com o “believe” da série da Apple TV, para chamar Justin Bieber ao palco.

Depois da apresentação do canadense, foi a vez de Shakira, que dividiu o gramado com o cantor nigeriano Burna Boy para cantar “Dai Dai”, música-tema oficial desta edição da Copa.

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Para fechar o espetáculo, Chris Martin, responsável pela direção artística do show, subiu ao palco ao lado do Coldplay e do PS22 Chorus, coral formado por alunos de uma escola pública de Staten Island. Antes do apito para o segundo tempo, o telão do MetLife Stadium ainda reservou um momento de homenagem a Pelé, exibindo sua famosa mensagem: “Love, love, love”.

A apresentação teve um propósito solidário de arrecadar fundos para o FIFA Global Citizen Education Fund, que já passou da marca de US$ 100 milhões e financia projetos de acesso à educação e ao futebol para crianças em diferentes países.

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Com o fim do intervalo, a bola voltou a rolar para o segundo tempo da decisão entre Espanha e Argentina.

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