O Rio Branco, único time profissional de Americana (SP), teve uma de suas sedes penhoradas pela Justiça. A decisão é motivada por conta de uma dívida de R$ 227,8 mil por falta de pagamento de Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) entre 2022 e 2024.

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A Prefeitura havia solicitado ao clube a renegociação de débitos por meio do Programa de Regularização Fiscal (Refis) de 2025, que dava direito a desconto em juros. Contudo, como não houve qualquer pagamento ou acordo, foi solicitada a penhora da Sede Náutica do Rio Branco. A decisão foi tomada pelo juiz Willi Lucarelli, do Serviço de Anexo Fiscal em Americana, que deu 30 dias para o clube se manifestar.

Em nota, o Rio Branco afirmou que tem conhecimento da decisão e irá se manifestar nos autos da ação. As informações são do Futebol Interior.

Dívida e craques revelados para o futebol

No momento da distribuição do processo, a dívida estava estipulada em R$ 180,4 mil. No entanto, considerando acréscimos e correções desde 2022, o montante já está em R$ 227,8 mil.

A Sede Náutica do Rio Branco possui 84 mil metros quadrados e conta com piscinas, academia e churrasqueiras, além de campos e quadras de diversos esportes.

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Desde abril de 2024, o Rio Branco está em recuperação judicial. O clube de Americana (SP) é um dos mais tradicionais do interior paulista, especialmente famoso por ter sido um dos maiores “celeiros” de craques do futebol brasileiro entre as décadas de 90 e 2000. Mineiro, Josué, Marcos Senna, Macedo e Marcelinho Paraíba estão entre as revelações do time.

*Sob supervisão de Marcos Jordão