A tutora da cachorra que engoliu 55 pedras de crack foi solta após passar por audiência de custódia. A mulher havia sido presa em flagrante por maus-tratos e tráfico de drogas na segunda-feira (20) em Joinville. Enquanto isso, a cadela segue sendo assistida por médicos veterinários.
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O caso aconteceu na última sexta-feira (17), mas foi informado às autoridades policiais na segunda-feira. Após ser encontrada pela polícia, a mulher confessou que todo o material ilegal apreendido era de sua propriedade.
Apesar do flagrante, o juiz decidiu que a ré respondesse ao caso em liberdade. Segundo o magistrado, embora o tráfico de drogas seja extremamente nocivo para a sociedade, a quantidade de droga apreendida não foi suficiente para evidenciar o envolvimento reiterado da mulher com o crime. Além disso, a certidão de antecedentes indica que ela é ré primária, sem qualquer outro registro de condenações ou de ações penais em andamento. A partir disso, a tutora do cão ganhou liberdade provisória.
Ainda assim, ela deve cumprir algumas medidas cautelares como comparecer perante a autoridade todas as vezes que for intimada; não mudar de residência sem prévia permissão ou ausentar-se por mais de oito dias de sua moradia sem comunicar o lugar onde será encontrada; recolhimento domiciliar em tempo integral, salvo em dias e horários destinados ao exercício de trabalho lícito, além do uso de monitoramento eletrônico.
Como caso da cachorra de Joinville foi descoberto
Um atendimento inicial foi feito por uma médica veterinária, que suspeitou do caso de intoxicação. Conforme a clínica, o relato dos tutores foi crucial para descobrir que o animal havia ingerido um material inusitado: 55 pedras de crack.
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A cachorra vomitou parte da droga assim que chegou na clínica. Ao longo da internação, foram realizados exames de imagem, como ultrassonografia e raio-x, quando foi constatado que havia mais corpo estranho no estômago do animal.
Atualmente, o animal segue internado e está sob cuidados veterinários.





