Flávio fala após ser derrotado nas Eleições 2026 (Foto: Reprodução, TV Globo)
Flávio Bolsonaro (PL) se manifestou pela primeira vez após ser derrotado por Lula (PT) nas Eleições 2026 neste domingo (25). Ele iniciou seu discurso falando que a prorrogação do pleito até 19h é “inaceitável” e pedirá a anulação do resultado.
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“Tem muita coisa para ser esclarecida antes do Brasil reconhecer essa sacanagem. Eu não vou desistir do meu Brasil. Espero que você que me acompanha também não desista”.
As disputas mais apertadas no segundo turno para presidente
Jair Bolsonaro e Lula durante debate presidencial na TV Globo em 2022; a disputa terminou como a mais apertada da história da República, com vitória do petista por 50,90% contra 49,10%, uma diferença de 1,80 ponto percentual (2,1 milhões de votos) (Foto: Stephanie Rodrigues/g1) Dilma Rousseff e Aécio Neves durante a campanha presidencial de 2014; a petista conquistou a reeleição com 51,64% dos votos válidos contra 48,36% do candidato do PSDB, em disputa decidida por uma margem estreita de 3,28 pontos percentuais (3,4 milhões de votos) (Foto: Divulgação/Agência Brasil)Lula e Fernando Collor se cumprimentam no estúdio durante debate em 1989; a primeira eleição direta pós-redemocratização encerrou com vitória de Collor por 53,03% a 46,97%, registrando diferença de 6,06 pontos percentuais (4,0 milhões de votos) (Foto: Divulgação/Cedoc)Jair Bolsonaro e Fernando Haddad polarizaram o eleitorado na disputa de 2018; Bolsonaro venceu o segundo turno com 55,13% dos votos válidos contra 44,87% do adversário, uma distância de 10,26 pontos percentuais (10,7 milhões de votos) (Foto: Divulgação/Agência Brasil)José Serra (à esquerda) e Dilma Rousseff em debate eleitoral de 2010; a petista chegou à Presidência da República ao registrar 56,05% dos votos frente a 43,95% do tucano no segundo turno, margem de 12,10 pontos percentuais (12,0 milhões de votos) (Foto: Divulgação/Memorial da Democracia)Geraldo Alckmin e Lula em cumprimento formal; adversários no segundo turno de 2006, Lula garantiu a reeleição com 60,83% dos votos válidos contra 39,17% do tucano, vantagem de 21,66 pontos percentuais (20,7 milhões de votos) (Foto: Divulgação/PT)Lula e José Serra se abraçam em debate eleitoral na campanha de 2002; o pleito marcou a primeira eleição de Lula ao Planalto e a maior distância percentual em segundo turno recente, com 61,27% contra 38,73%, diferença de 22,54 pontos percentuais (19,4 milhões de votos) (Foto: Divulgação/Facebook de José Serra)
Ele citou 17 municípios em São Paulo, Paraná e Santa Catarina que seriam impactados pela medida. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, afirmou que a decisão de Zanin não causou problemas na totalização dos votos.
“Mesmo diante de todas essas circunstâncias, adotamos todas as providências que se fizeram necessárias e fomos absolutamente exitosos. Volto a dizer: não houve nenhuma alteração advinda da decisão judicial”, disse.
Segundo Kassio Nunes, a decisão próxima ao fim do horário de votação gerou dificuldades no processo eleitoral.
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“Nunca na história do TSE houve qualquer prorrogação. Não seria possível, em poucas horas, construir um juízo de certeza de que nenhum efeito colateral, especialmente no aspecto tecnológico, advino de uma decisão judicial, viesse a impactar significativamente a apuração”, afirmou.